Entenda o que é o Lowsumerism e porque precisamos tanto dele.

Você já se deu conta de quantas coisas costumamos consumir por compulsão, por afirmação social ou por simplesmente modismos?

E se essa tendência estivesse acabando com o meio ambiente? Estivesse acabando com a nossa forma de nos relacionar com o mundo á nossa volta? Nos tornando cada vez mais frios e superficiais? Descartáveis?

O que o movimento do lowsumerism pretende propor é justamente uma reflexão sobre nossa relação com o consumo, e a palavra significa low = baixo + consumerism = consumo ou seja, consumo moderado; consumo consciente.

O auge veio quando surgiu esse vídeo em 2015 lançado pela empresa de pesquisa de comportamento de consumo, Box1824, que mostra em dez minutos a ascensão do consumismo na era contemporânea:

A partir disso as pessoas se engajaram com uma nova forma de ver o mundo e sua forma de consumir bens e serviços para sua própria vida. Ou ao menos, é o que se vem tentando fazer desde essa época com a nova mentalidade da sustentabilidade, da economia circular e outros conceitos difundidos na indústria da Moda.

Quando pensamos em pessoas que procuram reduzir seus impactos causados na natureza e propõem um novo estilo de vida no meio dessa confusão toda da vida moderna temos em mente Gisele Bündchen em primeiro lugar.

A über model cultiva em sua casa uma horta onde cultiva seus alimentos e ensina esses valores de respeito á natureza aos seus filhos.

Indo no mesmo fluxo,  marcas como Osklen, Insecta, Svetlana, Use Reserva, Timirim Brasil, Studio Adriana Valente, Emi Beachwear entre outras vem dispontando como líderes do segmento sustentável no Brasil, adotando medidas de produção consciente e renovável, seja por usar tecidos inteligentes, matérias primas naturais ou seja por adotar critérios do slow fashion.

Osklen

A União Europeia está bem avançada no quesito sustentabilidade pois criou leis rígidas para eliminar o descarte de materiais têxteis nos aterros até 2020, exigindo que a indústria da moda crie novas alternativas de economia circular para reciclar toda essa matéria prima em novos tecidos e materiais. Por causa disso já estamos vendo muitas grandes marcas de moda colocando pontos de coleta de roupas em suas lojas.

Felizmente estão surgindo novas tecnologias de reciclagem química que transformam toneladas de resíduos de alimentosroupas velhas e até esterco de vaca, em novos tecidos sustentáveis biodegradáveis para substituir os tecidos de algodão comum e poliéster que dominam 85% do mercado de moda e cuja produção não é sustentável.

Os designers de moda, no entanto, estão agora utilizando a tecnologia para criar roupas e acessórios ambientalmente conscientes, que oferecem um vislumbre do futuro e uma crítica a uma indústria poluente que em breve será forçada a resolver alguns dos problemas criados pela produção em massa.

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O que fazer com toneladas de roupas que são jogadas fora todos os anos? Reciclar, reciclar e reciclar esse é o novo mantra da economia circular onde o que era lixo se torna novas fibras.

A POLUIÇÃO DA MODA

O mercado de vestuário dos EUA é o maior do mundo com cerca de 28% do volume total. Muitas empresas aderiram ao modelo insustentável do “fast fashion” que ganhou força a partir da década de 90, onde os consumidores foram acostumados a encontrar roupas novas nas prateleiras quase todas as semanas, em vez de uma vez por temporada.

Mas enquanto a tecnologia permitiu que as empresas produzissem roupas de forma mais rápida e com menor custo, a rapidez do fast fashion ajudou a tornar a moda na segunda indústria mais poluente do mundo, atrás da indústria petrolífera, a segunda em consumo de água depois da indústria alimentícia e a primeira em obsolescência programada superando a indústria de eletrônicos.

Uma única peça de roupa cria uma grande pegada ambiental durante seu processo de vida que inclui a agricultura, colheita, produção, processamento, transporte, uso e descarte. Pesticidas na cultura do algodão, tintas tóxicas na fabricação e os resíduos das roupas descartadas nos aterros aumentam os custos ambientais de uma peça de vestuário.

Alguns materiais, como o algodão, são recicláveis e biodegradáveis, enquanto outros materiais sintéticos, como o nylon e o poliéster, são reciclados mas não são biodegradáveis. Mesmo lavando essas roupas sintéticas, podem enviar milhares de minúsculas fibras e produtos químicos para o oceano.

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A BELEZA E ÉTICA NA MODA COM UM PROPÓSITO

Devemos repensar o ciclo de vida completo do vestuário para acabar com todo desperdício, criando novas tecnologias de produção onde todos resíduos podem ser reciclados e reintroduzidos na cadeia de produção de forma contínua de acordo com a economia circular. As tecnologias de produção de moda de economia linear, causaram o aumento em larga escala de resíduos.

Mas isso está começando a mudar. Estilistas como Eileen Fisher, Stella McCartney e Ralph Lauren estão tentando reformular as práticas da indústria, usando tecidos orgânicos ou tecidos feitos de reciclagem de materiais para reduzir o desperdício de água, energia, tempo e produtos químicos.

Outras empresas como a Levi Strauss, estão envolvidas em projetos que estudam seu impacto sobre o planeta. A Levi fez parceria com a startup Evernu para dissolver quimicamente roupas velhas para se criar uma nova fibra de qualidade para fabricar suas calças jeans, o que é uma alternativa sustentável para o uso intensivo de água na produção de algodão.

Outra parceria interessante da Levi foi com a empresa italiana fabricante de nylon Aquafil que desenvolveu um material sintético chamado Econyl feito 100% de resíduos de nylon regenerado obtido das redes de pesca retiradas dos oceanos.

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Milhares de toneladas de jeans velhos podem agora ser transformados em novas fibras através da reciclagem e transformados num novo material bioplástico chamado DenimX que pode ser utilizado de diversas formas.

As grande redes de fast fashion estão se movimentado em direção a economia circular investido na recolha em suas lojas de roupas velhas para reciclagem além de tecidos feitos com algodão orgânico, algodão reciclado, poliéster reciclado e tecidos feitos de resíduos pós-industrializados. A H&M patrocinou o prêmio de economia circular Global Change Award 2015 para financiar as 5 melhores tecnologias para solucionar o problema dos resíduos na moda.

EM DIREÇÃO A UMA MODA FUNCIONAL

O crescimento das vendas de tecidos inteligentes está projetado para quase triplicar entre 2012 e 2018, para US $ 2 bilhões, enquanto as tecnologias vestíveis devem crescer para US$ 19 bilhões no mesmo período. Estamos vendo agora o desenvolvimento de tecidos chamados tecidos inteligentes, que são roupas infundidas com elementos tecnológicos que interagem com o usuário.

A tecnologia vestível cria novos nichos e possibilidades na moda pois cria novas capacidades multifuncionais para roupas e acessórios através de tecidos e materiais inteligentes. Nossas roupas se tornarão computadores vestíveis cuja tecnologia miniaturizada estará integrada a fibra têxtil de forma quase imperceptível se conectando a internet das coisas.

Essas inovações estão sendo estimuladas por grandes corporações, novas startups, escolas de design e universidades juntamente com designers, estilistas, cientistas, mídia e especialistas em tecnologia para unir a moda, ciência e a eletrônica.

A tecnologia vestível pode criar roupas que se auto-reparem quando furadas, roupas anti-odor que nunca se sujam e precisam de lavar poucas vezes, roupas que criam energia através do movimento do corpo e energia solar para alimentar dispositivos eletrônicos, roupas que mudam de cor, textura e estampa para eliminar a necessidade de comprar roupas novas e roupas que monitoram nossa saúde e exercícios físicos de forma eficiente.

UMA VISÃO PARA O FUTURO

Duas exposições recentes nos Estados Unidos promoveram a conversa sobre o futuro da moda e da tecnologia: o Museu de Belas Artes de Boston apresentou o #techstyle (06 de Março a 10 de julho de 2016) e Metropolitan Museum of do Art apresentou Manual x Máquina (5 de maio a 15 de agosto de 2016 ).

Ambas exposições ofereceram um vislumbre de como a tecnologia pode ser usada para redirecionar e reduzir o desperdício na moda como é o caso da empresa Bionic Yarn, que tece denim usando garrafas recicladas retiradas do oceano para a linha de roupas G-Star Raw for the Oceans. Outro projeto interessante foi o Nike Flyknit um tênis de corrida que é uma mistura entre arte e tecnologia.

O sapato é tricotado na forma do pé com fios feitos de garrafas de plástico recicladas gerando quase nenhum resíduo de material, com um excelente ajuste e vendido a um preço comercial. Essa tecnologia de tricô 3D torna a fabricação de moda e acessórios muito mais personalizável, prática e sustentável.

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Aproveitando a tecnologia de tricô 3D utilizado pela Nike, a startup de calçados Rothy cria belos sapatos femininos feitos 100% de garrafas PET recicladas que também pode ser facilmente reciclados. A impressão 3D também foi tema nas duas exposições pois é vista como o futuro não só da indústria da moda mas de todas as outras.

Através das novas tecnologias de impressão 3D poderemos fabricar artigos de moda em larga produção de forma automatizada, barata e personalizada, sem emitir poluição, eliminando o desperdício, consumo de água e produtos químicos. A automatização das fábricas que produzem artigos de moda será algo comum em 2026 como mostra a tecnologia desenvolvida pela startup americana Softwear Automation e a fábrica automatizada Speedfactory da Adidas.

Com o surgimento de novas tecnologias de produção sustentável, é importante para os designers e estilistas utilizem essas tecnologias para criar produtos artesanais ou industrializados com um propósito que seja bom para o ambiente, mas também esteticamente agradável e acessível. Só então é que a indústria da moda poderá caminhar em direção a um futuro mais sustentável e inteligente.

Fonte:

https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/noticia/2017/08/entenda-o-que-e-lowsumerism-onda-do-consumo-consciente.html

https://ffw.uol.com.br/blog/comportamento/the-rise-of-lowsumerism-video-da-box-1824-prega-reducao-no-consumo/

https://revistamarieclaire.globo.com/Celebridades/noticia/2017/07/amante-da-natureza-gisele-bundchen-mostra-hora-que-cultiva-em-casa.html

As ​marcas de roupas sustentávei​s no Brasil que você deve conhecer

O futuro da moda é a sustentabilidade e a sustentabilidade é a nova moda

https://www.revistalofficiel.com.br/moda/moda-ecologica-marcas-brasileiras-que-prezam-pela-sustentabilidade

https://www.goodnet.org/articles/levis-now-making-jeans-from-old-carpet-fishing-nets

 

SS19 TREND FORECASTER From Amber Grant.

A Amber Grant tem 29 anos de idade e mora na linda costa leste da África do Sul. Ela cresceu em uma pequena cidade conservadora, antes de se mudar para Durban para estudar Comunicação Visual. Foi aí que o amor dela pela arte e imagética se fundiu com sua curiosidade pela tecnologia e onde aprendeu a apreciar uma estética de design bonita.

Atualmente ela está com sede em Durban, na África do Sul, o seu amor pelas tendências e pela indústria da Moda não é apenas um trabalho, mas uma paixão. De origens humildes, seu apreço pela boa estética e design, deriva de um fundo de Comunicação Visual e floresceu quando mergulhou no mundo do Design de Produto…

Aqui ela elenca as melhores tendências para o verão 2019 pinçados pelas passarelas que viu mundo afora.

 

Para seguir Amber Grant no Pinterest siga o link:

Tendências Inverno 2019.

inverno 2019 promete: temas como a exigência por diversidade, a primavera feminina, a necessidade de praticidade, a importância da natureza e sua preservação informam o que vamos vestir no ano que vem. A tradição, com peças clássicas, uma dose de cores vibrantes e muito brilho chega na estação mais fria do ano.

A mulher chega apostando em cores vivasbrilhosestampas e materiais luminosos. Sente-se confortável com sua feminilidade e, portanto, opta pela alfaiataria em looks para trabalhar, mas adora adicionar um cinto para celebrar suas curvas.

Ao invés de sonhar com o herói para salvá-la, na versão 2019 é a estrela do seu próprio faroeste. Brinca com referências misturando peças de herança, como o tweed e a estampa xadrez, com outras de apelo moderno, sabe que é resultado de suas experiências passadas, mas também se abre ao novo.

Vem ver na prática como tudo isso vai se traduzir nas tendencias do inverno 2019.

A estampa: animal print

Onça nunca sai de cena, mas tem temporadas de destaque menor. Em 2019, aliada à zebra, ressurge em leituras pop com cores ou em sua forma mais clássica. Para usar as estampas de bicho, aposte em formas sofisticadas ou com toques esportivos, a ideia é ousar e subverter.

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O material: tweed

O tecido é marca registrada da Chanel e remete a um estilo mais tradicional. Use em conjuntinhos ou quebre a seriedade com peças casuais como o jeans. Em sua forma mais conceitual, ele tem ombros pronunciados, bem oitentista: o exagero imprime o ar de uma mulher forte e pronta para encarar qualquer situação. Brechóssão um ótimo lugar para encontrar um casaco de tweed para chamar de seu:

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O mood: faroeste

Pense no estilo dos cowboys e seus tons terrosos, camurça, franjas, bordados étnicos e muita atitude. Só não esqueça de fazer um mix com shapes mais delicados para impedir que o look fique caricato.

 

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Inclusive vale resgatar a bota de cowboy do fundo do armário:

A peça: casaco estilo capa ou poncho

No próximo Inverno, os pampas inspiram a forma favorita de se manter quente.

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A cartela: neon

As décadas de 1960 e 80 são as grandes mentoras do inverno 2019. Dos anos 80 vem a influência esportiva e uma predileção por excessos. Em nenhum lugar isso fica tão claro quanto na paleta de tons neon, queridinha da temporada. Do clima esportivo ao estilo lady-like o fluo promete acender os looks.

 

 

O efeito: gloss

Cresça e apareça com acabamento lustroso, do paetê ao metalizado, passando pelo holográfico e o verniz, a ordem é brilhar.

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Eu estava parando pra analisar essas tendências, e resolvi tirar esse texto de um site que falava sobre as tendências para o inverno 2019 no Brasil. Só que resolvi que eu ia colocar imagens diferentes do site e, resolvi fazer uma pesquisa no Pinterest.

Nisso quando chegou na parte de fazer uma pesquisa por NEON eu vi que essa tendência é uma tendência que já vem desde o Spring Summer de 2018 da Europa e que ela já está batida pro Pre Fall 2019…. nisso apareceu no mesmo site que eu pesquisei as fotos sobre NEON – que eu cliquei na imagem neon que eu achei no Pinterest que me levou á esse segundo site, um site de consultoria de tendências gringo – que franjas também é tendência Spring Summer 2018 e ela vinha em cores neon também, em cores bem fortes.

E isso me levou a pensar que a gente fica aqui no Brasil usando roupas e tendências que já são batidas na Europa.. porque nesse primeiro site que eu tirei essas informações dizia que a roupa de festa seria franjas! E que elas viriam estilo anos 20 e 30 bem luxuosas, mas não tinha NADA A VER com o que eu achei de MODA Party Dress ou Night ou sei lá… eu posso não saber o termo que procurar mas nesses dois termos não tinha nada a ver com franja nem anos 20 nem anos 30 pra Pre Fall 2019… aliás, pra Moda festa, moda pra noite de Pre Fall gringo é tudo muito tapete vermelho. Difícil até mesmo interpretar uma tendência. Eu pelo menos não sei.

Achei tudo muita organza, flores, drapeados, … uns tafetás….

Essas coisas.

E isso me faz crer que a pessoa desse primeiro site tirou a tendência dela de um site tipo WGSN … que aponta as principais tendências de consumo mas que tipo elas não necessariamente serão globalizadas, e sim, serão direcionadas para cada parte do globo pois basta ver como uma americana se veste em relação a uma brasileira …. em termos de bikini. Ou até mesmo de consumo sobre fast fashion. E pega uma europeia… são diferentes.

E com certeza isso tem impacto nas tendências.

Tanto é que só fiz o post até onde eu achei que as tendências faziam sentido de consumo pra mim…. porque pra noite, ué pra noite eu visto o que eu sentir vontade de vestir. E não franjas 2018.

😛

Também não coloquei aqui a tendência que ela mencionou sobre cintos com fivelas marcadas douradas, porque também acho que isso é muito 2018…

E acho que as zebras e as onças não chegam vivas nem até o inverno devido á grande produção de produtos já nessas estampas nessa época do ano. Vide Zara, Schutz… e se bobear até José Paulino. rsrsrsrs

 

 

Purpurinas e Glitters biodegradáveis para pular o Carnaval

Carnaval rolando e muitos de vocês já devem ter ouvido falar que o glitter faz mal pro meio ambiente, poluindo oceanos, fazendo mal pros peixes e coisa do tipo… e que uma solução que as pessoas tinham encontrado era utilizar o glitter de confeiteiro!

Pois bem, empolgada com meus estudos de Biologia, minha mãe ficou mais atenta às notícias do jornal e me contou que já existe um glitter que não agride o meio ambiente!!!

Existe um glitter biodegradável chamado EnviroGlitter disponível em várias cores e feito de minerais. Além disso ele é vegano e Cruelty Free (ou seja, não é testado em animais). Ele é vendido nessa página:

https://nurturesoap.com/collections/enviroglitter

Ele custa U$ 1.80 e está disponível em 18 cores!

Existe ainda marcas brasileiras de purpurinas biodegradáveis e orgânicas como as Giltra Bio que fabrica purpurina biodegradável á base de plantas, sem microplásticos e entrega pra todo o Brasil e é vendida na Aldeia 445 em São Paulo – Rua Lisboa, 445 em Pinheiros.

Giltra

Tem também a Brilhow que comercializa Glitter biodegradável artesanal. Tudo é feito por duas biólogas marinhas do Rio de Janeiro e dá pra encomendar pelo brilhow.vendas@gmail.com

 

brilhow

Tem também a Lá do Mato que produz Glitters com matérias-primas naturais como urucum, beterraba, carvão vegetal e clorofila.

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E tem a Zim Color que tem por exemplo o Pó de Estrela, um Glitter feito com mica, um mineral encontrado na natureza que não agride o meio ambiente, a pele nem os animais (e se eu estudei bem a matéria do site Química em Ação, a Mica vem do Granito, é um de seus componentes).

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Temos o Pura BioGlitter feito todo com algas e minerais.

GlitterEcologico

E pra fechar com chave de ouro esse post, a marca gringa Eco Stardust disponível no site da ASOS.

BiodegradableGlitter
Agora com tantas opções pra não poluir o meio ambiente, não tem como você não fazer sua parte!

 

Fonte: http://onthelist.com.br/noticias/2018/02/brilho-do-bem-vem-ver-onde-achar-purpurinas-e-glitters-que-nao-agridem-o-meio-ambiente

 

Snake Print

Venenosa!

Quem? O que?
Naomi Campbell veste estampa de cobra num vestido de Alexander McQueen.
Onde?
2010 Elle Style Awards no Grand Connaught Rooms em Londres.

Nas fashionistas mais descoladas que frequentam os eventos mais importantes:

A Snake Print também aparece nas passarelas da Missoni e Prada

Essa estampa SUPER engorda, ainda mais se o corte da calça for mais larguinho, molengo e você não for uma top model.

Então,

Se você for SUPER magra, tiver pernas longas e finas:

Se você é uma pessoa normal, opte pelos tecidos vaporosos.

Pra não ter erro, escolha tecidos estruturados e alfaiataria.
E prepare o bolso. 😉

 Vestido e jaqueta Karen Miller.
LU$HO!

E que tal usar pra ir pra academia?
A Track n Field estava oferecendo até pouco tempo atrás essas peças:

Gostou? Então coooorre que ainda deve dar tempo de comprar.
Por que na Track N Field  acaba rápido!

Aí, gata, você pode ficar com um corpão e fazer inveja por aí.

Um acessório nunca faz mal.

Arrase e fique LINDA!