Entenda o que é o Lowsumerism e porque precisamos tanto dele.

Você já se deu conta de quantas coisas costumamos consumir por compulsão, por afirmação social ou por simplesmente modismos?

E se essa tendência estivesse acabando com o meio ambiente? Estivesse acabando com a nossa forma de nos relacionar com o mundo á nossa volta? Nos tornando cada vez mais frios e superficiais? Descartáveis?

O que o movimento do lowsumerism pretende propor é justamente uma reflexão sobre nossa relação com o consumo, e a palavra significa low = baixo + consumerism = consumo ou seja, consumo moderado; consumo consciente.

O auge veio quando surgiu esse vídeo em 2015 lançado pela empresa de pesquisa de comportamento de consumo, Box1824, que mostra em dez minutos a ascensão do consumismo na era contemporânea:

A partir disso as pessoas se engajaram com uma nova forma de ver o mundo e sua forma de consumir bens e serviços para sua própria vida. Ou ao menos, é o que se vem tentando fazer desde essa época com a nova mentalidade da sustentabilidade, da economia circular e outros conceitos difundidos na indústria da Moda.

Quando pensamos em pessoas que procuram reduzir seus impactos causados na natureza e propõem um novo estilo de vida no meio dessa confusão toda da vida moderna temos em mente Gisele Bündchen em primeiro lugar.

A über model cultiva em sua casa uma horta onde cultiva seus alimentos e ensina esses valores de respeito á natureza aos seus filhos.

Indo no mesmo fluxo,  marcas como Osklen, Insecta, Svetlana, Use Reserva, Timirim Brasil, Studio Adriana Valente, Emi Beachwear entre outras vem dispontando como líderes do segmento sustentável no Brasil, adotando medidas de produção consciente e renovável, seja por usar tecidos inteligentes, matérias primas naturais ou seja por adotar critérios do slow fashion.

Osklen

A União Europeia está bem avançada no quesito sustentabilidade pois criou leis rígidas para eliminar o descarte de materiais têxteis nos aterros até 2020, exigindo que a indústria da moda crie novas alternativas de economia circular para reciclar toda essa matéria prima em novos tecidos e materiais. Por causa disso já estamos vendo muitas grandes marcas de moda colocando pontos de coleta de roupas em suas lojas.

Felizmente estão surgindo novas tecnologias de reciclagem química que transformam toneladas de resíduos de alimentosroupas velhas e até esterco de vaca, em novos tecidos sustentáveis biodegradáveis para substituir os tecidos de algodão comum e poliéster que dominam 85% do mercado de moda e cuja produção não é sustentável.

Os designers de moda, no entanto, estão agora utilizando a tecnologia para criar roupas e acessórios ambientalmente conscientes, que oferecem um vislumbre do futuro e uma crítica a uma indústria poluente que em breve será forçada a resolver alguns dos problemas criados pela produção em massa.

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O que fazer com toneladas de roupas que são jogadas fora todos os anos? Reciclar, reciclar e reciclar esse é o novo mantra da economia circular onde o que era lixo se torna novas fibras.

A POLUIÇÃO DA MODA

O mercado de vestuário dos EUA é o maior do mundo com cerca de 28% do volume total. Muitas empresas aderiram ao modelo insustentável do “fast fashion” que ganhou força a partir da década de 90, onde os consumidores foram acostumados a encontrar roupas novas nas prateleiras quase todas as semanas, em vez de uma vez por temporada.

Mas enquanto a tecnologia permitiu que as empresas produzissem roupas de forma mais rápida e com menor custo, a rapidez do fast fashion ajudou a tornar a moda na segunda indústria mais poluente do mundo, atrás da indústria petrolífera, a segunda em consumo de água depois da indústria alimentícia e a primeira em obsolescência programada superando a indústria de eletrônicos.

Uma única peça de roupa cria uma grande pegada ambiental durante seu processo de vida que inclui a agricultura, colheita, produção, processamento, transporte, uso e descarte. Pesticidas na cultura do algodão, tintas tóxicas na fabricação e os resíduos das roupas descartadas nos aterros aumentam os custos ambientais de uma peça de vestuário.

Alguns materiais, como o algodão, são recicláveis e biodegradáveis, enquanto outros materiais sintéticos, como o nylon e o poliéster, são reciclados mas não são biodegradáveis. Mesmo lavando essas roupas sintéticas, podem enviar milhares de minúsculas fibras e produtos químicos para o oceano.

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A BELEZA E ÉTICA NA MODA COM UM PROPÓSITO

Devemos repensar o ciclo de vida completo do vestuário para acabar com todo desperdício, criando novas tecnologias de produção onde todos resíduos podem ser reciclados e reintroduzidos na cadeia de produção de forma contínua de acordo com a economia circular. As tecnologias de produção de moda de economia linear, causaram o aumento em larga escala de resíduos.

Mas isso está começando a mudar. Estilistas como Eileen Fisher, Stella McCartney e Ralph Lauren estão tentando reformular as práticas da indústria, usando tecidos orgânicos ou tecidos feitos de reciclagem de materiais para reduzir o desperdício de água, energia, tempo e produtos químicos.

Outras empresas como a Levi Strauss, estão envolvidas em projetos que estudam seu impacto sobre o planeta. A Levi fez parceria com a startup Evernu para dissolver quimicamente roupas velhas para se criar uma nova fibra de qualidade para fabricar suas calças jeans, o que é uma alternativa sustentável para o uso intensivo de água na produção de algodão.

Outra parceria interessante da Levi foi com a empresa italiana fabricante de nylon Aquafil que desenvolveu um material sintético chamado Econyl feito 100% de resíduos de nylon regenerado obtido das redes de pesca retiradas dos oceanos.

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Milhares de toneladas de jeans velhos podem agora ser transformados em novas fibras através da reciclagem e transformados num novo material bioplástico chamado DenimX que pode ser utilizado de diversas formas.

As grande redes de fast fashion estão se movimentado em direção a economia circular investido na recolha em suas lojas de roupas velhas para reciclagem além de tecidos feitos com algodão orgânico, algodão reciclado, poliéster reciclado e tecidos feitos de resíduos pós-industrializados. A H&M patrocinou o prêmio de economia circular Global Change Award 2015 para financiar as 5 melhores tecnologias para solucionar o problema dos resíduos na moda.

EM DIREÇÃO A UMA MODA FUNCIONAL

O crescimento das vendas de tecidos inteligentes está projetado para quase triplicar entre 2012 e 2018, para US $ 2 bilhões, enquanto as tecnologias vestíveis devem crescer para US$ 19 bilhões no mesmo período. Estamos vendo agora o desenvolvimento de tecidos chamados tecidos inteligentes, que são roupas infundidas com elementos tecnológicos que interagem com o usuário.

A tecnologia vestível cria novos nichos e possibilidades na moda pois cria novas capacidades multifuncionais para roupas e acessórios através de tecidos e materiais inteligentes. Nossas roupas se tornarão computadores vestíveis cuja tecnologia miniaturizada estará integrada a fibra têxtil de forma quase imperceptível se conectando a internet das coisas.

Essas inovações estão sendo estimuladas por grandes corporações, novas startups, escolas de design e universidades juntamente com designers, estilistas, cientistas, mídia e especialistas em tecnologia para unir a moda, ciência e a eletrônica.

A tecnologia vestível pode criar roupas que se auto-reparem quando furadas, roupas anti-odor que nunca se sujam e precisam de lavar poucas vezes, roupas que criam energia através do movimento do corpo e energia solar para alimentar dispositivos eletrônicos, roupas que mudam de cor, textura e estampa para eliminar a necessidade de comprar roupas novas e roupas que monitoram nossa saúde e exercícios físicos de forma eficiente.

UMA VISÃO PARA O FUTURO

Duas exposições recentes nos Estados Unidos promoveram a conversa sobre o futuro da moda e da tecnologia: o Museu de Belas Artes de Boston apresentou o #techstyle (06 de Março a 10 de julho de 2016) e Metropolitan Museum of do Art apresentou Manual x Máquina (5 de maio a 15 de agosto de 2016 ).

Ambas exposições ofereceram um vislumbre de como a tecnologia pode ser usada para redirecionar e reduzir o desperdício na moda como é o caso da empresa Bionic Yarn, que tece denim usando garrafas recicladas retiradas do oceano para a linha de roupas G-Star Raw for the Oceans. Outro projeto interessante foi o Nike Flyknit um tênis de corrida que é uma mistura entre arte e tecnologia.

O sapato é tricotado na forma do pé com fios feitos de garrafas de plástico recicladas gerando quase nenhum resíduo de material, com um excelente ajuste e vendido a um preço comercial. Essa tecnologia de tricô 3D torna a fabricação de moda e acessórios muito mais personalizável, prática e sustentável.

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Aproveitando a tecnologia de tricô 3D utilizado pela Nike, a startup de calçados Rothy cria belos sapatos femininos feitos 100% de garrafas PET recicladas que também pode ser facilmente reciclados. A impressão 3D também foi tema nas duas exposições pois é vista como o futuro não só da indústria da moda mas de todas as outras.

Através das novas tecnologias de impressão 3D poderemos fabricar artigos de moda em larga produção de forma automatizada, barata e personalizada, sem emitir poluição, eliminando o desperdício, consumo de água e produtos químicos. A automatização das fábricas que produzem artigos de moda será algo comum em 2026 como mostra a tecnologia desenvolvida pela startup americana Softwear Automation e a fábrica automatizada Speedfactory da Adidas.

Com o surgimento de novas tecnologias de produção sustentável, é importante para os designers e estilistas utilizem essas tecnologias para criar produtos artesanais ou industrializados com um propósito que seja bom para o ambiente, mas também esteticamente agradável e acessível. Só então é que a indústria da moda poderá caminhar em direção a um futuro mais sustentável e inteligente.

Fonte:

https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/noticia/2017/08/entenda-o-que-e-lowsumerism-onda-do-consumo-consciente.html

https://ffw.uol.com.br/blog/comportamento/the-rise-of-lowsumerism-video-da-box-1824-prega-reducao-no-consumo/

https://revistamarieclaire.globo.com/Celebridades/noticia/2017/07/amante-da-natureza-gisele-bundchen-mostra-hora-que-cultiva-em-casa.html

As ​marcas de roupas sustentávei​s no Brasil que você deve conhecer

O futuro da moda é a sustentabilidade e a sustentabilidade é a nova moda

https://www.revistalofficiel.com.br/moda/moda-ecologica-marcas-brasileiras-que-prezam-pela-sustentabilidade

https://www.goodnet.org/articles/levis-now-making-jeans-from-old-carpet-fishing-nets

 

Tendências Inverno 2019.

inverno 2019 promete: temas como a exigência por diversidade, a primavera feminina, a necessidade de praticidade, a importância da natureza e sua preservação informam o que vamos vestir no ano que vem. A tradição, com peças clássicas, uma dose de cores vibrantes e muito brilho chega na estação mais fria do ano.

A mulher chega apostando em cores vivasbrilhosestampas e materiais luminosos. Sente-se confortável com sua feminilidade e, portanto, opta pela alfaiataria em looks para trabalhar, mas adora adicionar um cinto para celebrar suas curvas.

Ao invés de sonhar com o herói para salvá-la, na versão 2019 é a estrela do seu próprio faroeste. Brinca com referências misturando peças de herança, como o tweed e a estampa xadrez, com outras de apelo moderno, sabe que é resultado de suas experiências passadas, mas também se abre ao novo.

Vem ver na prática como tudo isso vai se traduzir nas tendencias do inverno 2019.

A estampa: animal print

Onça nunca sai de cena, mas tem temporadas de destaque menor. Em 2019, aliada à zebra, ressurge em leituras pop com cores ou em sua forma mais clássica. Para usar as estampas de bicho, aposte em formas sofisticadas ou com toques esportivos, a ideia é ousar e subverter.

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O material: tweed

O tecido é marca registrada da Chanel e remete a um estilo mais tradicional. Use em conjuntinhos ou quebre a seriedade com peças casuais como o jeans. Em sua forma mais conceitual, ele tem ombros pronunciados, bem oitentista: o exagero imprime o ar de uma mulher forte e pronta para encarar qualquer situação. Brechóssão um ótimo lugar para encontrar um casaco de tweed para chamar de seu:

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O mood: faroeste

Pense no estilo dos cowboys e seus tons terrosos, camurça, franjas, bordados étnicos e muita atitude. Só não esqueça de fazer um mix com shapes mais delicados para impedir que o look fique caricato.

 

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Inclusive vale resgatar a bota de cowboy do fundo do armário:

A peça: casaco estilo capa ou poncho

No próximo Inverno, os pampas inspiram a forma favorita de se manter quente.

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A cartela: neon

As décadas de 1960 e 80 são as grandes mentoras do inverno 2019. Dos anos 80 vem a influência esportiva e uma predileção por excessos. Em nenhum lugar isso fica tão claro quanto na paleta de tons neon, queridinha da temporada. Do clima esportivo ao estilo lady-like o fluo promete acender os looks.

 

 

O efeito: gloss

Cresça e apareça com acabamento lustroso, do paetê ao metalizado, passando pelo holográfico e o verniz, a ordem é brilhar.

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Eu estava parando pra analisar essas tendências, e resolvi tirar esse texto de um site que falava sobre as tendências para o inverno 2019 no Brasil. Só que resolvi que eu ia colocar imagens diferentes do site e, resolvi fazer uma pesquisa no Pinterest.

Nisso quando chegou na parte de fazer uma pesquisa por NEON eu vi que essa tendência é uma tendência que já vem desde o Spring Summer de 2018 da Europa e que ela já está batida pro Pre Fall 2019…. nisso apareceu no mesmo site que eu pesquisei as fotos sobre NEON – que eu cliquei na imagem neon que eu achei no Pinterest que me levou á esse segundo site, um site de consultoria de tendências gringo – que franjas também é tendência Spring Summer 2018 e ela vinha em cores neon também, em cores bem fortes.

E isso me levou a pensar que a gente fica aqui no Brasil usando roupas e tendências que já são batidas na Europa.. porque nesse primeiro site que eu tirei essas informações dizia que a roupa de festa seria franjas! E que elas viriam estilo anos 20 e 30 bem luxuosas, mas não tinha NADA A VER com o que eu achei de MODA Party Dress ou Night ou sei lá… eu posso não saber o termo que procurar mas nesses dois termos não tinha nada a ver com franja nem anos 20 nem anos 30 pra Pre Fall 2019… aliás, pra Moda festa, moda pra noite de Pre Fall gringo é tudo muito tapete vermelho. Difícil até mesmo interpretar uma tendência. Eu pelo menos não sei.

Achei tudo muita organza, flores, drapeados, … uns tafetás….

Essas coisas.

E isso me faz crer que a pessoa desse primeiro site tirou a tendência dela de um site tipo WGSN … que aponta as principais tendências de consumo mas que tipo elas não necessariamente serão globalizadas, e sim, serão direcionadas para cada parte do globo pois basta ver como uma americana se veste em relação a uma brasileira …. em termos de bikini. Ou até mesmo de consumo sobre fast fashion. E pega uma europeia… são diferentes.

E com certeza isso tem impacto nas tendências.

Tanto é que só fiz o post até onde eu achei que as tendências faziam sentido de consumo pra mim…. porque pra noite, ué pra noite eu visto o que eu sentir vontade de vestir. E não franjas 2018.

😛

Também não coloquei aqui a tendência que ela mencionou sobre cintos com fivelas marcadas douradas, porque também acho que isso é muito 2018…

E acho que as zebras e as onças não chegam vivas nem até o inverno devido á grande produção de produtos já nessas estampas nessa época do ano. Vide Zara, Schutz… e se bobear até José Paulino. rsrsrsrs

 

 

Precisamos falar de tatuagens. Já cheguei na voadora. hahahahaha

 

Pra mim isso é um exemplo de REPRESENTATIVIDADE no mundo da Moda. No mundo das campanhas publicitárias.

Porque ao contrário do que acontece aqui no Brasil, que quando se quer falar em “diversidade” basta colocar uma negra e uma plus size, pra mim isso não me faz me sentir representada por uma marca e eu não vou comprar dessa marca exatamente por esse motivo.

Eu quero algo NOVO. Algo fora do comum. Algo que realmente me represente.

Porque se for pra comprar algo que esteja dentro do padrão eu vou lá e compro também.. é bem mais fácil até…. bem mais cômodo.

Mas se eu for procurar algo diferente pra consumir eu vou procurar algo que me represente. E pra mim eu tenho que me sentir incluída nas campanhas publicitárias. Se não até, até fazendo parte da campanha tendo em vista que sou modelo.

Quando fiz meu último trabalho como modelo eu fiz a campanha para a Smart Fit e eu frequentava a academia. Eu realmente era consumidora da empresa. E por esse motivo me sinto motivada a voltar a treinar com eles. Independente de qualquer problema que eu tenha enfrentado com a academia… eu tinha falado aqui que na Unidade do Cambuci eu tinha me machucado e cheguei até a ficar de cama por ter executado o Stiff de maneira incorreta e nenhum dos professores terem me auxiliado na execução correta do exercício.

Porém quando fui para outra unidade, na da Avenida Paulista, eu fui super bem recebida e só acabei desistindo de frequentar a academia pois estava realmente chateada com o que tinha acontecido e naquele momento estava desmotivada a treinar.

Hoje em dia me sinto grata por eles terem me colocado na campanha deles e eu voltaria a treinar na Smart Fit da Avenida Paulista na qual fiz muitas amizades que mantenho até hoje com os professores de lá.

#Paz

E acho importante manter esse vínculo. Pois essas são as marcas que enxergam o seu valor.

E agora as próximas marcas que eu quero me aproximar para me tornar consumidora são aquelas que eu realmente me sinto representada.

As minhas últimas compras foram feitas na Pop Up Store, que estava com uma promoção incrível nas calças deles, na real em todas as peças deles com um desconto de 80% e eu fui lá na loja deles na Oscar Freire fazer umas comprinhas… e acabei levando duas calças e dois casacos.

Estamos no verão mas comprei roupas de inverno. hahahahhaa Porque estavam em liquidação…. as roupas são tão bonitas que eu sei que vou usar durante muito tempo.

A coleção deles de verão está linda. E fiquei na vontade de comprar também, mas nem olhei porque aí já devia ser um preço que eu não podia pagar. Vamos aguardar a liquidação de inverno. HAHAHAHAHAH

E outra, bem melhor comprar as calças da Pop Up do que as calças da Forever 21 né?

Em termos de qualidade, estilo e tudo mais né?

Outras marcas que eu estou querendo comprar agora são essas:

ETHUS

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PELICAN FLY TEES

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PANDORA T-SHIRTS

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JOUER COUTURE

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PINK VANILLA SHOP

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TRICK AND TREAT STORE

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 Wear Ever

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Meu sonho fotografar pra essa marca:

Joulik

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Alguéeem me ajuda a fotografar pra eleeeees! hahahahahhah ❤

Bem é isso.

Essas são as marcas que eu me sinto representada e quero consumir a partir de agora.

A favor da representatividade. ❤

 

 

Purpurinas e Glitters biodegradáveis para pular o Carnaval

Carnaval rolando e muitos de vocês já devem ter ouvido falar que o glitter faz mal pro meio ambiente, poluindo oceanos, fazendo mal pros peixes e coisa do tipo… e que uma solução que as pessoas tinham encontrado era utilizar o glitter de confeiteiro!

Pois bem, empolgada com meus estudos de Biologia, minha mãe ficou mais atenta às notícias do jornal e me contou que já existe um glitter que não agride o meio ambiente!!!

Existe um glitter biodegradável chamado EnviroGlitter disponível em várias cores e feito de minerais. Além disso ele é vegano e Cruelty Free (ou seja, não é testado em animais). Ele é vendido nessa página:

https://nurturesoap.com/collections/enviroglitter

Ele custa U$ 1.80 e está disponível em 18 cores!

Existe ainda marcas brasileiras de purpurinas biodegradáveis e orgânicas como as Giltra Bio que fabrica purpurina biodegradável á base de plantas, sem microplásticos e entrega pra todo o Brasil e é vendida na Aldeia 445 em São Paulo – Rua Lisboa, 445 em Pinheiros.

Giltra

Tem também a Brilhow que comercializa Glitter biodegradável artesanal. Tudo é feito por duas biólogas marinhas do Rio de Janeiro e dá pra encomendar pelo brilhow.vendas@gmail.com

 

brilhow

Tem também a Lá do Mato que produz Glitters com matérias-primas naturais como urucum, beterraba, carvão vegetal e clorofila.

La_Do_Mato

E tem a Zim Color que tem por exemplo o Pó de Estrela, um Glitter feito com mica, um mineral encontrado na natureza que não agride o meio ambiente, a pele nem os animais (e se eu estudei bem a matéria do site Química em Ação, a Mica vem do Granito, é um de seus componentes).

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Temos o Pura BioGlitter feito todo com algas e minerais.

GlitterEcologico

E pra fechar com chave de ouro esse post, a marca gringa Eco Stardust disponível no site da ASOS.

BiodegradableGlitter
Agora com tantas opções pra não poluir o meio ambiente, não tem como você não fazer sua parte!

 

Fonte: http://onthelist.com.br/noticias/2018/02/brilho-do-bem-vem-ver-onde-achar-purpurinas-e-glitters-que-nao-agridem-o-meio-ambiente

 

Cherry Lips

Nada mais chamativo que uma boca vermelha na hora de produzir a make, disso todo mundo sabe… e a coragem também pra usar e coordenar com o look não podem ser feitos assim, de uma hora pra outra, certo?

A celebrity mais top of mind no quesito batom vermelho é sem sombra de dúvida a Gwen Stephanie, que desde o início de sua carreira sustentou a pose com seu estilo pra lá de chamativo e, acreditem, bem formulado.

É street, é sport, é sexy.

gwennnn

Pra quem tem o tom de pele mais claro a boca fica em maior evidência, então o melhor é evitar carregar os olhos com sombras e delineador, e usar só a máscara (preta para as morenas e marrom para as loiras e ruivas).

Bom lembrar que o blush deve ser sutil também para não ficar exagerado.

Palavra chave: Contraste.

DevilWearsPrada

Tem pessoas que preferem não combinar as cores das unhas com a cor do batom, e optam por esmaltes de tom neutro ou de cores mais claras, mas não há nada de errado em combinar o esmalte com o batom.

Na foto aparece a Anne Hathaway, atriz de O Diabo Veste Prada, das duas maneiras.

Uma outra dica importante é que na hora em que se passa o batom o contorno fica incrível, mas a medida em que se fala, se pega vento e coisa e tal o batom tende a “sangrar”, ou seja, o contorno fica esmaecido e para evitar que isso aconteça é melhor passar um delineador labial antes de aplicar o batom.

Com essas dicas não tem erro na make.

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Cameron

Gotta Work It!

E dando sequência ao post anterior resolvi postar alguns dos trabalhos de desenvolvimento de coleção que está sendo feito nesse semestre.

Lápis, papel, vetor, cola, tesoura.

Depois de quebrar a cabeça pra definir o shape de acordo com referências da metade do século XVI , no período de Luís XIII, chegou a hora de coordenar as cores. E para me ajudar a formular a cartela contei com a ajuda do ColourLovers.com

Pra quem ainda não conheçe, a dica está dada. Enjoy 😉

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Nebula

Então.. continuando…

Vou explicar: os primeiros 12 desenhos pra coleção deveriam ser conceituais, mais loucos mesmo.

Daí, a partir disso tivemos que criar mais 24 desenhos ainda conceituais porém usáveis. Dessa vez não de croquis mas das 24 peças separadas e divididas em blocos.

Até aqui tudo ok.

Agora tivemos que desenvolver mais 50 desenhos, no mesmo esquema dos 24 anteriores mas que os completam.

Ok.

Chegou a hora de coordenar a coleção tanto formando looks quanto combinando as cores.

Pra fazer a cartela de cores devemos escolher imagens que representem todo o conceito da coleção de acordo com tudo aquilo que pesquisamos láááá no comecinho sobre o tema, que como já disse é o Renascimento, que ocorreu na metade do século XVI durante o reinado de Luís XIII.

A imagem escolhida pra formular esse conceito, que já vinha desde lá do comecinho do século XVI com Da Vinci, Michellangelo e Sanzio com suas pinturas de caráter religioso e as inúmeras novas descobertas e novos questionamentos sobre o universo ao redor daquela sociedade, fica ilustrada de tal forma:

Nebula

Original Artfacts.

Essa semana descobri o designer americano Matt W Moore na revista Computer Arts e fiquei maravilhada com o estilo das peças dele. Segundo o próprio, suas inspirações são a “geometria abstrata, combinações de cores vibrantes, composições dinâmicas, profundidade e contraste”.

Dá só uma olhadinha no trabalho dele:

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Matt Moore tem 2 décadas de experiência em desenho e pintura e resolveu criar em 2004 a série VectorFunk Series 1 e as ferramentas que utiliza são Illustrator, lápis, papel, tinta aquarela, papel para origami, estilete, cola, tinta acrílica e tinta enamel, além de uma tela em braco.

Na reportagem ele explica as possibilidades, principalmente com as cores e o fazer e desfazer quando se trabalha com desenho digital.

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O mais bacana dessa revista é que vem com umas páginas sobre como fazer certos efeitos ou um tópico parar criar alguma coisa em softwares específicos.

Nessa parte, seleciono o ilustrador Ben The Illustrator que comentou sobre como usar a ferramenta blend.

E em especial, o Eric Carl que ensina como fazer colagens digitais absurdinhas onde mescla o universo da Moda e do Design como forma de expressão. Ele utiliza temas de caráter político e mescla elementos do passado, distorcendo e retrabalhando para surgir com algo mais autoral.