Em busca de inspirações para Looks de Trabalho Estilosos!

Essa semana eu comecei a procurar novas inspirações na vida e observando alguns perfis no Instagram eu percebi que algumas meninas se destacam muito por construir um estilo pessoal muito original e marcante.

Eu fiquei muito animada com essa ideia e resolvi iniciar um post com fotos de pessoas muito estilosas vestidas para trabalhar que eu encontrei na região da Avenida Paulista, mais especificamente ali pela Alameda Santos e tal, aquela região super aconchegante onde as pessoas costumam almoçar 🙂

A primeira pessoa do post – que está sendo construído, pois hoje foi difícil achar mais pessoas além dela – foi a querida Camila 🙂

Camila

Super simpática, Camila nos contou que adora combinar peças clássicas com modernas e concordamos que as pessoas tem uma ideia de que por trabalharem em escritório, às vezes, elas pensam que tem que usar mais aquela coisa de calça social, blusa social, sapatilha e não fogem muito disso… porque o ambiente é muito conservador…. mas que o legal é justamente dar essa quebrada com algo estiloso no look.

O que mais me chamou atenção no look da Camila foi a anckle boot dela de oncinha maravilhosa! Que me lembrou muito uma referência de estilo que eu estava salvando esses dias:

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A Camila estava super estilosa e bem humorada! Viva! 😀

Agora o próximo passo é fotografar mais pessoas estilosas com looks de trabalho, conversar com elas sobre estilo e tentar aprender com elas a ser mais estilosa também.

Afinal, pessoas nos inspiram!

Um pouco sobre Sinais de Riqueza na Moda.| Por Lilian Pacce.

 

Acho que minha opinião sobre esse vídeo é que ele expõe muito uma visão focada no homem executivo como padrão de estilo dizendo que ele cria um uniforme pra criar uma certa identidade pra ele e que isso varia de casos em casos conforme vemos o Steve Jobs de um lado e o Barack Obama de outro mas que por um lado existem outros que fogem á regra e outra pessoa é citada no vídeo.

Só que como a própria Lilian fala, ela está falando a respeito do mundo da Moda… e de um mundinho… e que existe muito conservadorismo…

E eu senti falta de expor as mulheres mais ricas e poderosas do mundo porque aí você veria o conservadorismo dessas esferas de poder e tomadas de decisão.

Porque os exemplos femininos mostrados no vídeo passam uma ideia muito assim pra gente como se a gente tivesse liberdade de se vestir do jeito que a gente quisesse sabe ou de moletom ou de tênis Balenciaga pra ir trabalhar… e tipo não que eu não pudesse – ou quisesse – melhor dizendo, usar e ter esse estilo nas minhas horas vagas né? Mas no dia a dia minha roupa será mesmo corporativa.

Então ela vai me exigir um bom caimento, um bom corte… ela vai ser estruturada… ou seja…

Como ser mulher e criar um uniforme tal qual os homens fazem?

Meio missão impossível né? Não só pelo referencial de que temos muito menos mulheres em posições de liderança como também parece que vemos na mulher algo como “tenha mais looks”.  Algo que diga mesmo para as mulheres que elas devem se preocupar mais com a aparência delas do que os homens.

É um bom debate.

Por que ainda digo mais…

Esse cara que é lá britânico… do Brexit… na posição que ele ocupa sair numa foto com essa roupa pra correr. Todo mundo achou engraçado, polêmico e tal.

E se fosse uma mulher? Que tivesse feito a mesma coisa? Como seria a reação das pessoas? Uma mulher na mesma posição dele, saísse com uma roupa nesse estilo pra correr. O que as pessoas falariam?

Pois é.

 

 

Entenda o que é o Lowsumerism e porque precisamos tanto dele.

Você já se deu conta de quantas coisas costumamos consumir por compulsão, por afirmação social ou por simplesmente modismos?

E se essa tendência estivesse acabando com o meio ambiente? Estivesse acabando com a nossa forma de nos relacionar com o mundo á nossa volta? Nos tornando cada vez mais frios e superficiais? Descartáveis?

O que o movimento do lowsumerism pretende propor é justamente uma reflexão sobre nossa relação com o consumo, e a palavra significa low = baixo + consumerism = consumo ou seja, consumo moderado; consumo consciente.

O auge veio quando surgiu esse vídeo em 2015 lançado pela empresa de pesquisa de comportamento de consumo, Box1824, que mostra em dez minutos a ascensão do consumismo na era contemporânea:

A partir disso as pessoas se engajaram com uma nova forma de ver o mundo e sua forma de consumir bens e serviços para sua própria vida. Ou ao menos, é o que se vem tentando fazer desde essa época com a nova mentalidade da sustentabilidade, da economia circular e outros conceitos difundidos na indústria da Moda.

Quando pensamos em pessoas que procuram reduzir seus impactos causados na natureza e propõem um novo estilo de vida no meio dessa confusão toda da vida moderna temos em mente Gisele Bündchen em primeiro lugar.

A über model cultiva em sua casa uma horta onde cultiva seus alimentos e ensina esses valores de respeito á natureza aos seus filhos.

Indo no mesmo fluxo,  marcas como Osklen, Insecta, Svetlana, Use Reserva, Timirim Brasil, Studio Adriana Valente, Emi Beachwear entre outras vem dispontando como líderes do segmento sustentável no Brasil, adotando medidas de produção consciente e renovável, seja por usar tecidos inteligentes, matérias primas naturais ou seja por adotar critérios do slow fashion.

Osklen

A União Europeia está bem avançada no quesito sustentabilidade pois criou leis rígidas para eliminar o descarte de materiais têxteis nos aterros até 2020, exigindo que a indústria da moda crie novas alternativas de economia circular para reciclar toda essa matéria prima em novos tecidos e materiais. Por causa disso já estamos vendo muitas grandes marcas de moda colocando pontos de coleta de roupas em suas lojas.

Felizmente estão surgindo novas tecnologias de reciclagem química que transformam toneladas de resíduos de alimentosroupas velhas e até esterco de vaca, em novos tecidos sustentáveis biodegradáveis para substituir os tecidos de algodão comum e poliéster que dominam 85% do mercado de moda e cuja produção não é sustentável.

Os designers de moda, no entanto, estão agora utilizando a tecnologia para criar roupas e acessórios ambientalmente conscientes, que oferecem um vislumbre do futuro e uma crítica a uma indústria poluente que em breve será forçada a resolver alguns dos problemas criados pela produção em massa.

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O que fazer com toneladas de roupas que são jogadas fora todos os anos? Reciclar, reciclar e reciclar esse é o novo mantra da economia circular onde o que era lixo se torna novas fibras.

A POLUIÇÃO DA MODA

O mercado de vestuário dos EUA é o maior do mundo com cerca de 28% do volume total. Muitas empresas aderiram ao modelo insustentável do “fast fashion” que ganhou força a partir da década de 90, onde os consumidores foram acostumados a encontrar roupas novas nas prateleiras quase todas as semanas, em vez de uma vez por temporada.

Mas enquanto a tecnologia permitiu que as empresas produzissem roupas de forma mais rápida e com menor custo, a rapidez do fast fashion ajudou a tornar a moda na segunda indústria mais poluente do mundo, atrás da indústria petrolífera, a segunda em consumo de água depois da indústria alimentícia e a primeira em obsolescência programada superando a indústria de eletrônicos.

Uma única peça de roupa cria uma grande pegada ambiental durante seu processo de vida que inclui a agricultura, colheita, produção, processamento, transporte, uso e descarte. Pesticidas na cultura do algodão, tintas tóxicas na fabricação e os resíduos das roupas descartadas nos aterros aumentam os custos ambientais de uma peça de vestuário.

Alguns materiais, como o algodão, são recicláveis e biodegradáveis, enquanto outros materiais sintéticos, como o nylon e o poliéster, são reciclados mas não são biodegradáveis. Mesmo lavando essas roupas sintéticas, podem enviar milhares de minúsculas fibras e produtos químicos para o oceano.

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A BELEZA E ÉTICA NA MODA COM UM PROPÓSITO

Devemos repensar o ciclo de vida completo do vestuário para acabar com todo desperdício, criando novas tecnologias de produção onde todos resíduos podem ser reciclados e reintroduzidos na cadeia de produção de forma contínua de acordo com a economia circular. As tecnologias de produção de moda de economia linear, causaram o aumento em larga escala de resíduos.

Mas isso está começando a mudar. Estilistas como Eileen Fisher, Stella McCartney e Ralph Lauren estão tentando reformular as práticas da indústria, usando tecidos orgânicos ou tecidos feitos de reciclagem de materiais para reduzir o desperdício de água, energia, tempo e produtos químicos.

Outras empresas como a Levi Strauss, estão envolvidas em projetos que estudam seu impacto sobre o planeta. A Levi fez parceria com a startup Evernu para dissolver quimicamente roupas velhas para se criar uma nova fibra de qualidade para fabricar suas calças jeans, o que é uma alternativa sustentável para o uso intensivo de água na produção de algodão.

Outra parceria interessante da Levi foi com a empresa italiana fabricante de nylon Aquafil que desenvolveu um material sintético chamado Econyl feito 100% de resíduos de nylon regenerado obtido das redes de pesca retiradas dos oceanos.

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Milhares de toneladas de jeans velhos podem agora ser transformados em novas fibras através da reciclagem e transformados num novo material bioplástico chamado DenimX que pode ser utilizado de diversas formas.

As grande redes de fast fashion estão se movimentado em direção a economia circular investido na recolha em suas lojas de roupas velhas para reciclagem além de tecidos feitos com algodão orgânico, algodão reciclado, poliéster reciclado e tecidos feitos de resíduos pós-industrializados. A H&M patrocinou o prêmio de economia circular Global Change Award 2015 para financiar as 5 melhores tecnologias para solucionar o problema dos resíduos na moda.

EM DIREÇÃO A UMA MODA FUNCIONAL

O crescimento das vendas de tecidos inteligentes está projetado para quase triplicar entre 2012 e 2018, para US $ 2 bilhões, enquanto as tecnologias vestíveis devem crescer para US$ 19 bilhões no mesmo período. Estamos vendo agora o desenvolvimento de tecidos chamados tecidos inteligentes, que são roupas infundidas com elementos tecnológicos que interagem com o usuário.

A tecnologia vestível cria novos nichos e possibilidades na moda pois cria novas capacidades multifuncionais para roupas e acessórios através de tecidos e materiais inteligentes. Nossas roupas se tornarão computadores vestíveis cuja tecnologia miniaturizada estará integrada a fibra têxtil de forma quase imperceptível se conectando a internet das coisas.

Essas inovações estão sendo estimuladas por grandes corporações, novas startups, escolas de design e universidades juntamente com designers, estilistas, cientistas, mídia e especialistas em tecnologia para unir a moda, ciência e a eletrônica.

A tecnologia vestível pode criar roupas que se auto-reparem quando furadas, roupas anti-odor que nunca se sujam e precisam de lavar poucas vezes, roupas que criam energia através do movimento do corpo e energia solar para alimentar dispositivos eletrônicos, roupas que mudam de cor, textura e estampa para eliminar a necessidade de comprar roupas novas e roupas que monitoram nossa saúde e exercícios físicos de forma eficiente.

UMA VISÃO PARA O FUTURO

Duas exposições recentes nos Estados Unidos promoveram a conversa sobre o futuro da moda e da tecnologia: o Museu de Belas Artes de Boston apresentou o #techstyle (06 de Março a 10 de julho de 2016) e Metropolitan Museum of do Art apresentou Manual x Máquina (5 de maio a 15 de agosto de 2016 ).

Ambas exposições ofereceram um vislumbre de como a tecnologia pode ser usada para redirecionar e reduzir o desperdício na moda como é o caso da empresa Bionic Yarn, que tece denim usando garrafas recicladas retiradas do oceano para a linha de roupas G-Star Raw for the Oceans. Outro projeto interessante foi o Nike Flyknit um tênis de corrida que é uma mistura entre arte e tecnologia.

O sapato é tricotado na forma do pé com fios feitos de garrafas de plástico recicladas gerando quase nenhum resíduo de material, com um excelente ajuste e vendido a um preço comercial. Essa tecnologia de tricô 3D torna a fabricação de moda e acessórios muito mais personalizável, prática e sustentável.

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Aproveitando a tecnologia de tricô 3D utilizado pela Nike, a startup de calçados Rothy cria belos sapatos femininos feitos 100% de garrafas PET recicladas que também pode ser facilmente reciclados. A impressão 3D também foi tema nas duas exposições pois é vista como o futuro não só da indústria da moda mas de todas as outras.

Através das novas tecnologias de impressão 3D poderemos fabricar artigos de moda em larga produção de forma automatizada, barata e personalizada, sem emitir poluição, eliminando o desperdício, consumo de água e produtos químicos. A automatização das fábricas que produzem artigos de moda será algo comum em 2026 como mostra a tecnologia desenvolvida pela startup americana Softwear Automation e a fábrica automatizada Speedfactory da Adidas.

Com o surgimento de novas tecnologias de produção sustentável, é importante para os designers e estilistas utilizem essas tecnologias para criar produtos artesanais ou industrializados com um propósito que seja bom para o ambiente, mas também esteticamente agradável e acessível. Só então é que a indústria da moda poderá caminhar em direção a um futuro mais sustentável e inteligente.

Fonte:

https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/noticia/2017/08/entenda-o-que-e-lowsumerism-onda-do-consumo-consciente.html

https://ffw.uol.com.br/blog/comportamento/the-rise-of-lowsumerism-video-da-box-1824-prega-reducao-no-consumo/

https://revistamarieclaire.globo.com/Celebridades/noticia/2017/07/amante-da-natureza-gisele-bundchen-mostra-hora-que-cultiva-em-casa.html

As ​marcas de roupas sustentávei​s no Brasil que você deve conhecer

O futuro da moda é a sustentabilidade e a sustentabilidade é a nova moda

https://www.revistalofficiel.com.br/moda/moda-ecologica-marcas-brasileiras-que-prezam-pela-sustentabilidade

https://www.goodnet.org/articles/levis-now-making-jeans-from-old-carpet-fishing-nets

 

Precisamos falar de tatuagens. Já cheguei na voadora. hahahahaha

 

Pra mim isso é um exemplo de REPRESENTATIVIDADE no mundo da Moda. No mundo das campanhas publicitárias.

Porque ao contrário do que acontece aqui no Brasil, que quando se quer falar em “diversidade” basta colocar uma negra e uma plus size, pra mim isso não me faz me sentir representada por uma marca e eu não vou comprar dessa marca exatamente por esse motivo.

Eu quero algo NOVO. Algo fora do comum. Algo que realmente me represente.

Porque se for pra comprar algo que esteja dentro do padrão eu vou lá e compro também.. é bem mais fácil até…. bem mais cômodo.

Mas se eu for procurar algo diferente pra consumir eu vou procurar algo que me represente. E pra mim eu tenho que me sentir incluída nas campanhas publicitárias. Se não até, até fazendo parte da campanha tendo em vista que sou modelo.

Quando fiz meu último trabalho como modelo eu fiz a campanha para a Smart Fit e eu frequentava a academia. Eu realmente era consumidora da empresa. E por esse motivo me sinto motivada a voltar a treinar com eles. Independente de qualquer problema que eu tenha enfrentado com a academia… eu tinha falado aqui que na Unidade do Cambuci eu tinha me machucado e cheguei até a ficar de cama por ter executado o Stiff de maneira incorreta e nenhum dos professores terem me auxiliado na execução correta do exercício.

Porém quando fui para outra unidade, na da Avenida Paulista, eu fui super bem recebida e só acabei desistindo de frequentar a academia pois estava realmente chateada com o que tinha acontecido e naquele momento estava desmotivada a treinar.

Hoje em dia me sinto grata por eles terem me colocado na campanha deles e eu voltaria a treinar na Smart Fit da Avenida Paulista na qual fiz muitas amizades que mantenho até hoje com os professores de lá.

#Paz

E acho importante manter esse vínculo. Pois essas são as marcas que enxergam o seu valor.

E agora as próximas marcas que eu quero me aproximar para me tornar consumidora são aquelas que eu realmente me sinto representada.

As minhas últimas compras foram feitas na Pop Up Store, que estava com uma promoção incrível nas calças deles, na real em todas as peças deles com um desconto de 80% e eu fui lá na loja deles na Oscar Freire fazer umas comprinhas… e acabei levando duas calças e dois casacos.

Estamos no verão mas comprei roupas de inverno. hahahahhaa Porque estavam em liquidação…. as roupas são tão bonitas que eu sei que vou usar durante muito tempo.

A coleção deles de verão está linda. E fiquei na vontade de comprar também, mas nem olhei porque aí já devia ser um preço que eu não podia pagar. Vamos aguardar a liquidação de inverno. HAHAHAHAHAH

E outra, bem melhor comprar as calças da Pop Up do que as calças da Forever 21 né?

Em termos de qualidade, estilo e tudo mais né?

Outras marcas que eu estou querendo comprar agora são essas:

ETHUS

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PELICAN FLY TEES

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PANDORA T-SHIRTS

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JOUER COUTURE

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PINK VANILLA SHOP

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TRICK AND TREAT STORE

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 Wear Ever

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Meu sonho fotografar pra essa marca:

Joulik

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Alguéeem me ajuda a fotografar pra eleeeees! hahahahahhah ❤

Bem é isso.

Essas são as marcas que eu me sinto representada e quero consumir a partir de agora.

A favor da representatividade. ❤

 

 

Tattoos e Estampas.

Conforme o post anterior, onde falei sobre estampas surgiu a questão sobre como usar estampas sendo uma pessoa bem tattooada.

Além do estilo da estampa, seja ela com elementos menores ou maiores, mais geométricos ou mais orgânicas com formas mais sinuosas,  tem também o detalhe do modelo da roupa. O comprimento, recortes, fendas… tudo isso que ajuda a valorizar os nossos tão queridos rabiscos.

Bem. Muita calma nessa hora e vamos a um passo a passo que pode ajudar a realizar um novo estilón sem poluir o visual, sem ficar com uma imagem muito carregada.

Primeira sugestão:
Estampa com elementos grandes e de forma sinuosa.
Vestidón de um ombro só.
Tattoo em um ombro ou em um braço inteiro. (Mão e dedos tb valem.)

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Pra quem escolheu tatuar mais um braço do que o outro ou só um braço mesmo, seja mais focado na parte do ombro ou full sleeve mesmo (literalmente uma manga de tatuagem no braço) incluindo os dedos ou palma das mãos, em fim, Pode valorizar os traços usando um vestido de um ombro só como o da foto.
O outro braço mais liso fica escondidinho e pode ganhar um adorno como uma pulseira ou anéis.

O comprimento desse vestido já intervém no caso da pessoa ter pernas tatuadas ou não. Se a pessoa tiver uma ou as duas canelas todas tatuadas já fica over, pelo fato do joelho ser um pequeno espaço entre a estampa da pele e o comprimento do vestido.
Mas se for algo mais localizado, pode ficar interessante.
Outra sugestão? Se ao invez da moça ter a canela inteira fechada de tatuagem ela tivesse uma tattoo localizada no peito do pé.
Em um só ou nos dois.

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Fabio Bartelt: Fashion Photography

As fotos ilustradas aqui no estilo pra vida, sobre as novas mechas loiras de Isabeli Fontana são do fotógrafo Fabio Bartelt, que tem suas imagens publicadas em várias Vogues, Criativa, Mag!, Elle, Bazar, Marie Claire….

Aqui estão algumas fotos do trabalho desse fotógrafo pra lá de renomado.

O fotógrafo em ação durante um shooting em Londres pra revista MAG!