Eu não vou falar NADA.

A única coisa que eu vou dizer é: DEUS É COMIGO.

Essa é a foto de “Depois” da minha mãe. Acabei de tirar.

A foto do “antes” eu achava tão sinistra que eu não queria ter guardada nem no meu celular.

Dia 9 de setembro eu comecei a frequentar a Igreja. Dia 11 de setembro minha mãe começou a tomar uma medicação, mas o tratamento dela está sendo feito como vocês podem acompanhar aqui pelo blog há muito mais tempo.

MEU DEUS TEM PODER!

“A LUZ RESPLANDECE NAS TREVAS, E AS TREVAS NÃO PREVALECERAM CONTRA ELA” (Jo 1:5)

 

Se torne a própria bênção.


Eu VOU FAZER esse trabalho de Meios Adequados de Resolução de Conflitos.

xoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxo

mas às vezes dá uns apertos no coração que tipo a gente estuda, estuda, estuda e vê que alguns de nossos sonhos são irrealizáveis. 😦

“Poderia a própria sociedade promover, de forma autônoma e difusa, uma solução para o conflito mais justa que a provinda da jurisdição estatal?”

Alguém me responde isso pelo amor de Deus…. porque eu li e pensei “Mano, tipo a sociedade de maneira mais pacífica resolvendo os conflitos sem precisar da atuação do judiciário?” =~ Deu uma bad aqui.

Porque aonde eu vou eu sinto as pessoas com sede de vingança, com sede de “fazer justiça”… justiça retributiva… é meio bad isso.

Até isso de Justiça Divina…. é uma forma de Justiça Retributiva. Tá errado isso.

Sabe, toma lá dá cá. Sabe, eu tô bem, isso que importa o resto foda-se.

Bizarro.

xoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxo

Bem eu tô aqui estudando e tô procurando as respostas da questão 1 que eu ainda não sei responder… As outras eu já sabia porque como eu comentei aqui antes eu li o livro “Como chegar ao Sim” em 2 dias… mas eu acho que a professora ainda vai explicar a atividade amanhã/hoje na aula. Mas eu já adiantei o trabalho.

(i) O aluno deverá realizar a leitura do capítulo 4 do livro SALLES, Carlos Alberto de; LORENCINI, Marco Antônio Garcia Lopes; SILVA, Paulo Eduardo Alves da (coordenadores). Negociação, mediação e arbitragem – curso básico para programas de graduação em Direito. Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-309-4565-7.

 

Após a leitura, deverá responder as perguntas apresentadas ao final do capítulo, quais sejam:

 

  1. O que significa resolver efetivamente um conflito? Como diferenciar uma resolução ruim de outra boa resolução do conflito: a satisfação das partes, um ideal de justiça ou o melhor aproveitamento da situação de conflito?

 

 

 

  1. Como diferenciar uma negociação que resolve o conflito de uma negociação que cria valor? O que significa “deixar um valor na mesa”? (87 a 97)

Resposta para a primeira pergunta:
A negociação baseada em “geração de valores” também conhecida como a baseada em “princípios” é aquela formulada na Escola de Harvard e que tem por base uma relação duradoura e que envolve uma negociação a longo prazo que vislumbra o futuro, para estreitar os laços, onde vislumbra-se ganhos mútuos. Apenas em casos pontuais será melhor a opção da negociação estritamente distributiva, quando não há uma relação continuada e as partes provavelmente nunca mais se encontrarão.
Como podemos ver em:

“A negociação para resolução de controvérsias tem o aspecto negativo de iniciar-se com base em algo que divide as partes e tem potencial para gerar animosidade e corte de comunicação. Sob esse prisma, ela representa um desafio adicional. Por outro lado, a negociação para criar novos negócios se inicia com uma propensão a olhar um futuro de oportunidades. Por isso, a tendência da negociação para criação de novos negócios é mais positiva do que a negociação para resolução de controvérsias, porque apenas naquela as partes tendem a se comunicar para explorar a possibilidade de ganhos mútuos no futuro. Entretanto, essa análise é simplista e limitadora. A existência de uma disputa e as alternativas à negociação disponíveis às partes criam oportunidades de geração de valor.

 

A negociação estritamente distributiva, quando muito, é adequada para negociações pontuais, nas quais não há uma relação continuada e as partes provavelmente nunca mais se encontrarão. A negociação para criação de valor, por sua vez, é mais adequada às operações continuadas – nas quais as opções criativas são possíveis. Nesses casos, são importantes a boa relação de longo prazo, a confiança e a credibilidade.”

 

Resposta para a segunda pergunta:

 

“Após trabalhar na criação de valor e na negociação distributiva, é importante verificar se não há valor deixado na mesa de negociação – valor este não alcançado para si por nenhuma parte. Alguma questão pode ter ficado de fora do escopo de acordo. Talvez não tenha sido abordada de propósito, por ser muito controvertida. Em outros casos, pode ser um esquecimento. Nesse caso, é importante refletir antecipadamente sobre como gostaria de lidar com o valor que “sobrou” na mesa, mas não se deve impor a solução à outra parte. É mais indicado sugerir que sobrou valor a ser dividido na mesa e perguntar se o outro lado tem alguma ideia sobre como o mesmo pode ser dividido. Se a proposta do outro lado for melhor que a sua, talvez seja o caso de aceitá-la. Se a proposta o decepcionar, talvez seja o caso de sugerir que os padrões do acordo já alcançado se apliquem também ao valor que foi deixado na mesa.”

 

 

  1. Qual o papel do brainstorming na criação de valores na negociação? (87 a 97)

 

Surgir com a perspectiva de compreensão dos interesses de ambas as partes. Assim como a sessão de brainstorming tem como objetivo produzir o máximo de ideias possível para resolver determinado problema. Serve para dissociar o processo de pensar em possíveis soluções do processo de escolher entre elas.
Como podemos ver em:

 

“O processo de criação de ideias requer boa dose de ingenuidade, mas muito cuidado: as partes numa negociação têm a tendência de enxergar qualquer oferta do outro lado com suspeição, fazendo com que a criação de opções encontre uma resistência natural ao se informar de uma parte para outra. Uma maneira interessante de criar opções é a “sessão de ideias” (brainstorming), no qual as partes apresentam tudo o que lhes vem à mente, sem que qualquer um julgue se as ideias são boas ou más e sem que as elas tenham autoria. A partir de uma lista criada em conjunto no brainstorming, pode-se eleger em conjunto as ideias com melhor potencial. A partir daí, começa-se a criar cenários hipotéticos com base nelas. Quando uma ideia encontra resistência, a outra parte deve perguntar “o que haveria de errado com essa ideia?” Assim, revelam-se outros interesses e permite-se a criação de outras ideias e ajustes.”

 

 

  1. Qual a importância de imaginarmos a criação de valores e a distribuição como negociações independentes?

 

Acredito que a importância de a criação de valor, ou seja, a negociação baseada em princípios, e a negociação distributiva serem negociações independentes está justamente na mudança de mentalidade com que negociamos entre as partes (mudança de mentalidade negocial), pois através de técnicas onde priorizamos a concentração nos interesses e não nas posições; a invenção nas opções de ganhos mútuos; a separação das pessoas do problema e insistir em critérios objetivos – quando estamos numa negociação baseada em princípios faz toda a diferença na hora de negociar e atingir resultados mais satisfatórios para ambas as partes com possíveis negociações futuras.

  1. Quando identificar que um acordo é inviável?

 

Você deve considerar a BATNA da outra parte. BATNA – Best Alternative To a Non Agreement. “Você também deve pensar sobre as alternativas disponíveis para o outro lado. Quanto mais você puder descobrir a respeito delas, mais bem preparado estará para a negociação. Conhecendo as alternativas, você pode fazer uma estimativa realista do que esperar da negociação. (…) A BATNA deles pode ser melhor para eles do que qualquer solução justa que você possa imaginar. (…) Em outras palavras, se a BATNA da outra parte é tão boa que eles não veem necessidade de negociar os méritos, reflita sobre o que você pode fazer para mudá-la. Se ambos os lados tiverem boas BATNAS, o melhor resultado da negociação – para ambas as partes – pode ser não fechar um acordo. Nesses casos, uma negociação bem-sucedida é aquela em que ambos os lados descobrem, de forma amistosa e eficiente, que a melhor maneira de atender a seus respectivos interesses é explorar outras possibilidades e parar de tentar chegar a um acordo.

 

Ai gente… sinceramente… lá tô eu “sofrendo” aqui de novo…. hahahahahahahahahahahhahahahaha

CAAAALMA!!!! Dessa vez não é porque ninguém foi mau comigo não. Graças a Deus! 😀

Mas é que Lembra daquele trabalho lá de “Análise dos Aspectos Jurídicos da Mediação Judicial e Extrajudicial” que eu tinha pra fazer? Então eu tinha 14 dias pra terminar ele…. só que eu peguei ele pra fazer e eu terminei praticamente TODO em 2 dias.

Mas eu to num dilema… Porque o seguinte: Quando a gente faz trabalho científico, um projetinho de pesquisa e tal NÃO PODE SER CONTROL C + CONTROL V !!!! Nem copiar os parágrafos todos direto do livro que você consultou, sacou? Porque senão é plágio!

E foi exatamente isso que eu fiz!!!!! =~~~~ aaaaaaaaaaaaa

Tipo em algumas partes eu rescrevi a letra da Lei de Mediação pra descrever como que é a Mediação Judicial (Na Mediação Judicial eu também aproveitei 1 parágrafo de anotação que eu fiz da aula que o Professor convidado deu pra gente) ou a Mediação Extrajudicial e tipo pra todo o resto do trabalho eu fui pegando as fontes e copiando o texto todo!!!!

Poxaaaaaaaa eu tô me sentindo uma impostora!!!!!! Só porque não escrevi o trabalho todo com minhas próprias palavras!!!!! Porque eu não domino esse assunto!!!! BUAAAAAAAAAAAA =~~~

Sabe, o trabalho tá feito mas eu to olhando pra ele e pensando… “que bosta”. 😦

giphy-7

Não tá bom….. eu preciso melhorar esse trabalho.

Gente mas não é Penaaaaaal HUAHAUAHUAHAUH É um assunto que eu não tenho o MENOR domínio… hahahahhaahah Jesuuuuuuus!!!!! Me ajudaaaaaa!!!!

Pensando na vida…

Às vezes eu fico pensando justamente nisso: POR QUE? Por que uma pessoa faz a outra se sentir um lixo, faz a outra ter sentimentos de derrota, de humilhação, de desprezo, de fracasso, de desamor, de sofrimento …. sabe? E por tanto tempo!!!!!!! POR QUE pessoas fazem a gente ter pensamentos negativos de que algo muito ruim pode acontecer a qualquer instante e que o pior vai acontecer a qualquer momento…. dando na gente a sensação de falta de ar, de desespero, de ansiedade, de falta de sono, de desespero, de incapacidade de ser racional… Por tanto tempo!!!! Fazendo a gente procurar em coisas nocivas uma solução que não é a certa!!!
POR QUE pessoas levam a gente pro fundo do poço?
POR QUE pessoas são tão más umas com as outras?

E lendo isso aqui eu me sinto melhor…

JUSTIÇA RESTAURATIVA E JUSTIÇA RETRIBUTIVA

Com base nas lições de Guilherme de Souza Nucci, as características das duas formas de justiça são;

Assim, são elementos da Justiça Retributiva:

“a) o crime é ato contra a sociedade, representada pelo Estado; b) o interesse na punição é público; c) a responsabilidade do agente é individual; d) há o uso estritamente dogmático do Direito Penal; e) utiliza-se de procedimentos formais e rígidos; f) predomina a indisponibilidade da ação penal; g) a concentração do foco punitivo volta-se ao infrator; h) há o predomínio de penas privativas de liberdade; i) existem penas cruéis e humilhantes; j) consagra-se a pouca assistência à vítima; l) a comunicação do infrator é feita somente pelo advogado.”

Justiça Restaurativa:

“a) o crime é ato contra a comunidade, contra a vítima e contra o próprio infrator; b) o interesse de punir e reparar, é das pessoas envolvidas no caso; c) há responsabilidade social pelo ocorrido; d) predomina o uso alternativo e crítico do Direito Penal; e) existem procedimentos informais e flexíveis; f) predomina a disponibilidade da ação penal; g) há uma concentração de foco conciliador; h) existe o predomínio da reparação do dano causado ou da prestação de serviços comunitários; i) as penas são proporcionais e humanizadas; j) o foco de assistência é voltado à vítima; l) a comunicação do infrator pode ser feita diretamente ao Estado ou à vítima.”

Assim podemos verificar que modelo de justiça criminal contém elementos dos dois sistemas teoréticos apresentados pois precipuamente, a Constituição Federal, a Lei de Execução Penal, as Leis que criaram os juizados especiais estaduais e federais, e os tratados de direitos humanos, tratam da politica publica das praticas restaurativas com uma solução nos crimes mais leves. Segundo estudos dos juristas do Direito Penal e do Processo Penal, a melhor opção é mesmo a fusão dos dois sistemas, criando-se, assim, um novo, conforme a nova realidade.

Vale ressaltar que as duas formas de justiça aqui no Brasil não funcionariam sozinha, em face de que nossas realidades são diferentes como, por exemplo, com a realidade dos EUA, por isso é preciso que andem juntas, código penal e o apoio da justiça restaurativa, seriam muito eficazes na resolução de conflitos.

Sabemos que a Justiça Restaurativa é uma política publica que dá apoio ao nosso sistema criminal, porem no brasil é predominante a justiça retributiva pois culturalmente tem-se a ideia de que o brasileiro crê que quando aquele que cometeu um delito é preso, aí sim, está sendo feita a Justiça, sendo este um grande obstáculo para implantação da Justiça Restaurativa, pois a sede por justiça do brasileiro, ainda é ver o indivíduo “apodrecer” no cárcere, ser banido da sociedade.

Segundo o ilustre Howard Zehr: “nós vemos o crime através da lente retributiva. O processo penal, valendo-se desta lente, não consegue atender a muitas das necessidades da vítima e do ofensor. O processo negligencia as vítimas enquanto fracassa no intento declarado de responsabilizar os ofensores e coibir o crime.”

Desta forma a Justiça Retributiva passa ser aquela que considera o crime como uma violação contra o Estado, definida pela desobediência à lei e pela culpa. De modo que, a Justiça determinará a culpa e infligirá dor no contexto de uma disputa entre ofensor e Estado, regida por regras sistemáticas. (HOWARD ZEHR, 1990).

Por isso as diferenças acima citadas são fundamentais. Para que possamos concluir é preciso salientar o objetivo somado a eficácia da justiça restaurativa de forma que esse sistema só funcionará de verdade quando advogados e promotores mudarem suas posturas e passarem a ter em mente os impactos de seu trabalho na sociedade assim na opinião do professor norteamericano Howard Zehr.

Em palestra proferida Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, Zehr disse que, num sistema ideal, “advogados se enxergariam como resolvedores ou curadores de conflitos, e não gladiadores”. Dessa forma, eles perceberiam que não têm responsabilidade apenas perante seus clientes, mas também com a outra parte e com toda a sociedade.

O Ministério Público também teria tal visão mais ampla, deixando de atuar como justiceiro e de se gabar pelas condenações que obtém no Judiciário, apontou o professor.

Segundo o especialista, infratores só percebem a gravidade de seus atos quando são confrontados com os efeitos deles. Como exemplo, ele citou um caso ocorrido nos EUA de um homem que tinha estuprado uma pré-adolescente. Tal sujeito passou por diversos tratamentos psicológicos e psiquiátricos, mas nenhum surtiu resultado. Até que um dia, anos depois, ele encontrou sua vítima, e ela lhe contou que a violência sexual roubara sua infância. Somente aí o condenado entendeu a dimensão de sua conduta, e nunca mais voltou a praticá-la.

Por causa de situações como essa, Zehr opinou que o modelo restaurativo atende melhor às necessidades que a Justiça deve suprir das vítimas do que o sistema tradicional. Algumas dessas carências são a de garantir a segurança da sociedade e diminuir a probabilidade que o crime volte a acontecer, a de fornecer respostas, o “por quê?” do delito, para que os ofendidos possam criar um significado para o ato, e a de resolver a situação, para que as pessoas tenham condições de reerguer sua autoestima e retomar as atividades cotidianas.

xoxoxooxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxo

E lendo isso eu realmente tenho mais certeza de que não quero mais nada com o MP… porque EU não acredito mais em Justiça Retributiva.

E fico FELIZ de em pleno Setembro depois de ter SOFRIDO – SO-FRI-DO – tanto desde abril até setembro sendo que eu já tava vindo de uma fase complicada antes disso eu consegui ENCONTRAR DEUS na minha vida e TUDO MUDOU. Eu dei a volta por cima. E não precisou de Justiça Retributiva nenhuma pra Deus agir na minha vida e mudar tudo nela. Glória a Deus, Senhor! Amém.