Sobre amenidades…

Cara… tá tão frio, mas tão frio em São Paulo que eu estou usando a mesma roupa do final de semana – sábado – até agora. hahahahahhaha Eu não tive coragem de tomar um banho e trocar de roupa até agora… acho que só vou fazer isso na quarta feira.

Isso que amanhã, terça feira, eu tenho que levar minha mãe as 8:30 da manhã no médico pra ela fazer exame mas eu nem vou dormir e vou vestida assim mesmo… hahahahaha

Eu estava pensando aqui sobre o meu perfil de instagram… e graças a Deus posso dizer que sou uma pessoa abençoada…. desde o início das minhas fotos elas são bem legais e quando vejo por tudo que já vivi eu sinto o maior orgulho. Eu vejo cada fase que já passei e fico feliz com tudo que já vivi até aqui.

Tantas barreiras que já quebrei… drogas, relacionamento abusivo, aumento de peso, iniciei a faculdade de Direito…. tudo isso registrado lá… e poxa vivi tudo isso intensamente e graças a Deus com muita abundância.

Passei alguns perrengues no meio do caminho mas no geral sempre as coisas estiveram em uma situação de privilégio. Realmente eu reconheço isso. Tive algumas batalhas pra travar mas graças a Deus consegui superar todas elas.

Às vezes eu me pego me comparando com algumas pessoas na rede mas isso é extremamente negativo…. e não reconhecer o sucesso dos outros e não ficar feliz por eles é errado. Jogar uma energia negativa pra cima de quem quer que seja não traz de volta coisas boas pra você e se você se pega fazendo isso com as pessoas é porque a sua visão sobre você mesmo está cagada.

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Sobre a volta ás aulas e uma segunda-feira desastrosa.

Meo, eu estava super animada pra ir no IX EPED que aconteceria entre os dias 5 e 9 de agosto de 2019 – essa semana agora… só que eu não estava acompanhando muito bem as notícias divulgadas pelo site do evento… e nisso ontem eu tava ainda tentando descobrir como eu fazia pra me inscrever pra ir ao evento.

Nisso eu consegui com a querida Alice um link para a inscrição do evento mas eu acessei pelo celular e na hora eu preenchi o formulário mas não tava dando pra efetuar o pagamento e eu nem me liguei que ontem já era dia 4… e pensei “vou dormir e amanhã resolvo o pagamento” pra poder ir no evento….

Só que fui dormir as 3 da manhã, acordei 14:00h e quando fui ver… PERDI o primeiro dia de evento! Putz. Que merda.

Justo no dia que a Professora Carla Liguori iria estar lá no GT de Direito Ambiental e eu queria ir prestigiá-la…

Ainda dava tempo de pegar o finalzinho do evento mas eu acabei não indo… porque o que eu mais estava interessada eram nos GT e eles tinham sido pela parte da manhã.

Nisso, por ter acordado tarde eu também perdi um agendamento numa vaga de estágio do Nube justo pra área que eu gosto mais voltado pra compliance…

Mas em meia hora me ligaram de um escritório me chamando pra uma entrevista na quarta-feira, só que ficaram de me mandar um email com detalhes sobre a vaga, endereço e tudo mais e até agora não mandaram. 😦

Eu realmente estou sentindo falta de debates sobre Direito para poder continuar escrevendo meu artigo, pois preciso de novas ideias e expandir mais o repertório.

E isso tá me deixando triste porque eu não consegui chegar muito a tempo do ultimo encontro do grupo de estudos e to sentindo falta de participar mais das coisas.

:~

Bem…. agora não sei muito bem o que fazer mas eu tenho mais textos pro próximo encontro para ler e acho que vou começar a lê-los. E devo tentar ir no EPED na quarta-feira. Mas os dias que eu mais queria ter ido eram hoje, segunda e amanhã, terça feira.

Reflexões…

E hoje fiquei aqui, nesse domingo de frio do cão em São Paulo o dia todo enroladinha na coberta com o aquecedor ligado pensando em coisas que eu poderia fazer pra CRESCER. EVOLUIR.

E lembrei de um curso que estava sendo anunciado no site do Ibccrim sobre Compliance que eu tenho muito interesse de fazer. E eu realmente vou fazer na modalidade á distância. ❤

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Outra coisa que eu estou bem empolgada e não paro de pensar um minuto é no curso que me pré-candidatei a fazer na USP – um curso de extensão em Direito Penal Econômico que eu tô alucicrazy pra fazer. Já pensou? frequentar a USP? ❤

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Sabe eu vou fazer essas coisas, investir em cursos na área que eu gosto… estudar coisas que eu gosto… cada vez mais.

Estou animada com a resposta sobre a entrevista de estágio que eu fui, porque pela primeira vez eu senti um feedback positivo. Tanto é que até me empolguei pra fazer o curso de compliance… porque acho que mesmo que se não for dessa vez, talvez numa próxima, com um curso na área eu tenha mais chances ainda de me destacar mesmo sem ter experiência profissional na área do Direito.

Complicado isso…. porque você tá lá, sem experiência, procurando sua primeira experiência e o máximo que você pode fazer é um monte de curso, estudar pra caramba a sua área e tal e como que você vai impressionar pela experiência se você não tem experiência? E como adquirir a tal primeira experiência?

Mas acho que os caminhos vão se abrir.

Uma reflexão sobre o papel da mulher.

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Eu me deparei com um artigo sobre mobilidade urbana e o ponto de vista feminino sobre a urbanização e como seria a cidade ideal sob o olhar feminino.

Mas ao me deparar com esse quadrinho eu fico um pouco estarrecida.

Em todas as áreas que eu leio sobre algo que demonstre razões/por quês da mulher estar em condições de inferioridade uma coisa que é apontada é o afazer doméstico.

Poxa. Então será que ISSO não é que está errado? Os homens não tem a MESMA responsabilidade pelos afazeres domésticos que as mulheres?

Mas os dados são interessantes porque mostram como nossa sociedade é tão patriarcal.

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Ahhhh Graças a Deus! Não falei?

hahahhahahahahahahahhaha

Enfim, matéria incrível:

https://revistatrip.uol.com.br/tpm/arquitetura-e-planejamento-urbano-a-cidade-ideal-das-mulheres

E pra fechar uma playlist de empoderamento:

E no fim de tudo… Animada! :)

Ai que bom! Então no final das contas vão ser 4 matérias nesse semestre sendo 3 onlines e 1 presencial.

Deixei pra fazer essa presencial na quinta-feira á noite na Avenida Paulista que é mais pertinho de casa e dá pra ir e voltar de ônibus… e ouvindo música no caminho.

Também por que aí fico com a sexta livre pros grupos de estudo do ibccrim e também porque me candidatei pra um curso de Direito Penal Econômico na USP que se rolar são ás segundas e quartas á noite.

Eu também queria conseguir cursar uma matéria além dessas que eu estou cursando que seria ou Direito do Consumidor ou Direito do Trabalho pra ficar só com uma DP no currículo… porque isso já me ajudaria pra vários planos acadêmicos e profissionais…

Estou realmente intrigada como que eu fui dispensada de todas as matérias de 5º período.. como será que mudou a grade? o.O

Por isso que não faço ideia de quando me formo… só sei que de 10 períodos não passa… então, Carpe Diem!

O negócio agora é ter foco e disciplina pra criar uma rotina bacana e saudável pra fazer os estudos serem constantes e render.

Vamo lá! Tô animada. 😀

Pepinos, abacaxis… dia de resolver problema. 😓

É foda. Todo começo de semestre é a mesma coisa.

SEMPRE dá alguma confusão no sistema da faculdade. Além de ter que ficar esperando as férias inteiras pra saber QUANTO que vai ser a mensalidade, ou a grade, ou o horário ou a coisa toda SEMPRE dá alguma coisa errada. E pra variar NÃO TEM NINGUÉM pra falar sobre o assunto.

Eu ligo pra universidade e eles simplesmente não atendem o telefone.

Eu vou ter que ir até lá pra resolver esse assunto.

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Eu paguei a matrícula, paguei pra cursar mais uma matéria além de todas as matérias de 5º semestre e quando chegou o boleto da mensalidade veio no valor de 175 reais.

Ou seja? Estou matriculada em que?

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Por que é isso que aparece no meu sistema… bacana né.

Isso que a aula começa segunda feira.

Buaaaaaaaaa…… já to querendo chorar.

E se eu chegar lá e me disserem que não tem 5° semestre mais na Vila Olímpia?

E se não tiver mais 5° semestre em campus nenhum? Bauanauahahauahauuauqyqyqgaghajajdjfhhwoqkqkqlapdjrieieieidhhdkqoqpqlq

😭😭😭😭😭😭😭😭

Geeeeeente…. eu já tava toda preocupada, boladona, fiquei com raiva e tals depois tava quase chorando …

Cheguei lá … era isso mesmo! Estou dispensada de todas as matérias de 5° período menos 1 matéria que é online, ou seja, eu não vou precisar nem ir pra faculdade sendo que a outra matéria que eu puxei de adaptação também é online…

Só que assim: já percebi que na Anhembi eles mudam a grade todo semestre ou seja não dá pra saber muito bem o que você vai cursar e tal e o que vai ter de adaptação … ou seja … quando você tiver um semestre com muita dispensa puxa logo tudo que der pra puxar pra se adiantar logo … porque senão nunca acaba essa bendita faculdade!

Então vou chegar em casa agora e ver quais são as matérias ainda disponíveis pra puxar de adaptação e DP.

See ya Guys !!! 😘😘😘

Não se governa com o verbo. Há um ditado da sabedoria mineira que diz: quem fala muito dá bom dia a cavalo.

Antônio Cláudio Mariz de Oliveira*, O Estado de S.Paulo

31 de julho de 2019 | 03h00

Governa-se, ou deveria ser assim, com ações. As palavras servem para explicar e justificar as condutas. Ambas, ações e palavras, devem ser precedidas de reflexões, análises e ponderações. A palavra pode preceder a ação, mas se esta não for efetivada ou se não estiver consentânea com o que foi dito e anunciado, a palavra será desvalorizada, e o seu autor ficará desacreditado.

Ademais, pensamentos e ideias devem estar previamente alinhados com projetos de interesse coletivo, e não representar desejos pessoais, desalinhados dos anseios da sociedade. Não havendo esse alinhamento, melhor seria o silêncio.

No entanto, como não se tem silenciado, ao menos em respeito ao dia que começa, as entrevistas nos cafés da manhã deveriam ser transferidas para os chás da tarde. Em vez de permanecerem vivas na lembrança dos interlocutores durante todo o dia, essas entrevistas dadas no final da tarde só maltratariam a memória por poucas horas.

Por vezes o conteúdo dos pronunciamentos não é confirmado no dia seguinte, a pretexto de terem sido mal interpretados, ou de terem sido deturpados pela imprensa. Quando a matéria escapa de seu entendimento, ele cria polêmicas por meio de questionamentos incabíveis e inadequados, ou a substitui por questões menores e sem interesse. Em ambas as hipóteses todos os que tomaram conhecimento de sua fala ficam perplexos e confusos.

Uma marca desses pronunciamentos é a capacidade que têm criar desavenças e desarmonias. Em regra contêm um caráter negativo, contestatório de conceitos e opiniões que já estão sedimentados na cultura social.

Temas os mais variados, alguns singelos e de fácil compreensão, outros complexos, passaram a ser alvo de contestação desprovida de explicação racional, que acaba provocando acirradas polêmicas e um grande desconforto, que atinge até mesmo os seus mais próximos colaboradores.

Em lúcido, oportuno e esclarecedor editorial, O esgarçamento do tecido social (21/7, A3) O Estado de S. Paulo retratou com exatidão as consequências desse comportamento que utiliza a palavra a esmo, sem base fática ou sem uma exata correspondência com a realidade. A primeira delas é a disseminação de um clima de intolerância, polarização, discriminação, “diminuição das liberdades e tantos outros retrocessos civilizatórios”. Esses efeitos atingem de maneira frontal, conforme com razão afirma o jornal, um dos objetivos da República, que é “construir uma sociedade livre, justa e solidária” (artigo 3.º, I, da Constituição). Após ponderar que o estímulo à dissidência e à divisão do País não é iniciativa atual, pois governos anteriores já dele se utilizaram, o editorial realça que tal fato não autoriza a sua repetição, ao contrário, obriga à sua extirpação como política e método de atuação.

Qual misterioso motivo o leva a contrariar o bom senso, o senso comum, enfim, a racionalidade, e a transformar suas ideias e palavras em manifestações de absoluto nonsense.

Assim, o fim do controle da velocidade nas estradas, a desnecessidade de cadeiras para as crianças nos automóveis, o apoio ao trabalho infantil, o seu desejo de substituir as tomadas trifásicas, a não cobrança de taxas em Fernão de Noronha (todos os países do mundo cobram em lugares turísticos), a pouca ou nenhuma preocupação com o meio ambiente, com a educação e com a saúde colocam-no como se observa, na contra mão do querer da sociedade. Ademais, parece que tudo o que lembra democracia, liberdade e aprimoramento das instituições e da sociedade não é do seu agrado: participação popular nos conselhos, existência de conselhos de controle profissional, existência do Exame de Ordem, sua aversão pelas ONGs, ataque à imprensa e a certos jornalistas, indisposição com governadores de regiões do País, pregação contra o “perigo do comunismo”, que não passa de mera invencionice, desapreço pela cultura e pela liberdade de criação artística.

Existem muitas outras manifestações que se colocam contra o bom senso, contra a lógica e contra a vontade popular. A lista é interminável, pois diariamente é acrescida de afirmações, comentários, conclusões, ataques impensados e improcedentes, lançados sem nenhuma objetividade e finalidade. As palavras utilizadas, desprovidas de reflexão, são jogadas ao léu. No entanto, preocupam, pois, embora por vezes desprovidas de lógica e de racionalidade, elas acarretam consequências, pela relevância do cargo ocupado por quem as pronuncia. Causam apreensão, discórdia, insegurança e por vezes temor.

Saliente-se que a sua intensa atividade verbal se mantém sempre distante das reais necessidades, dos anseios e das aspirações do povo brasileiro.

Estava me esquecendo das armas. O mundo quer o desarmamento. Em pesquisa recente a sociedade brasileira mostrou igualmente ser contra as armas. No entanto, promessa de campanha e conteúdo de discursos, a apologia da sociedade armada transformou-se num dos principais acordes da orquestra governamental. O maestro e seus músicos pregam que a sociedade estará mais segura se os seus integrantes, da criança ao idoso, estiverem bem municiados e treinados.

Alardeiam que armados nos poderíamos defender. Talvez, se os assaltantes nos avisassem com antecedência do assalto e pudéssemos nos entrincheirar… E aí teríamos no País intermináveis e emocionantes tiroteios. Como eles não nos comunicam do ataque, continuaremos a ficar impotentes, ou seremos mortos caso reajamos.

Aliás, se pudéssemos ouvir o grande e inesquecível Garrinha, ele diria do alto de sua sabedoria de homem primário e tosco, mas intuitivo e de bom senso: “Andar armado, só se combinarmos com os russos antes”.

Há um ditado, verdadeira máxima, reflexo da sabedoria mineira, que diz: “Quem fala muito dá bom dia a cavalo”. Significa que o excesso no falar transforma a fala em nonada, pois de tanto se falar ninguém mais dá valor à palavra falada.

*ADVOGADO CRIMINALISTA