Cupcakes Red Velvet – O clássico da cozinha.

O Red Velvet, chamado aqui de Veludo Vermelho, é simplesmente o bolo mais vendido na terra do Tio Sam. Ninguém sabe o porquê, mas os americanos amam o bolinho vermelho.

Poucos sabem, mas o bolo vermelho se popularizou durante a Segunda Guerra Mundial, quando estava faltando certos alimentos e os chefs não estavam conseguindo mais fazer os bolos que eles queriam.

A solução encontrada por eles foi usar beterraba como ingrediente, que além conter açúcar em suas propriedades, leva uma grande quantidade ferro. E foi assim que os bolos ganhavam a coloração vermelha.

O tempo foi passando, os alimentos voltaram a ter estoques, mas o Red Velvet continuava na moda. Como a guerra tinha terminado não era mais necessário o uso de beterraba, então para a felicidade dos que não gostam de beterraba, a receita trocou o ingrediente por corante vermelho.

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Ingredientes:

PARA A MASSA:

  • 280 gramas (1 e 1/2 xícara) de AÇÚCAR CRISTAL
  • 240 gramas (1 e 3/4 xícara) de FARINHA DE TRIGO
  • 20 gramas (1/4 xícara) de CACAU 100%
  • 1 pitada de SAL
  • 2 gramas (1/2 colher de chá) de FERMENTO EM PÓ
  • 2 OVOS
  • 120 gramas de MANTEIGA SEM SAL
  • 100 ml de ÁGUA
  • 150 gramas de IOGURTE NATURAL
  • 12 gramas de CORANTE EM PÓ VERMELHO VIVO
  • 6 gramas (1 colher de chá) de BICARBONATO DE SÓDIO
  • 2 colheres de sopa de VINAGRE
  • 1 colher de sopa de EXTRATO DE BAUNILHA

PARA O CREME:

  • 250 gramas de CREAM CHEESE
  • 125 gramas de MANTEIGA
  • 1 colher de sopa de EXTRATO DE BAUNILHA
  • 2 xícaras de chá de AÇÚCAR DE CONFEITEIRO peneirado

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Modo de Preparo:

DA MASSA:

  1. Peneire a farinha de trigo, o açúcar, o cacau, o sal e o fermento em pó.
  2. Misture o corante no iogurte.
  3. Derreta a manteiga com a água.
  4. Misture o iogurte, os ovos, a manteiga com a água e a baunilha na mistura dos secos e bata até ficar homogêneo.
  5. Misture o vinagre com o bicarbonato e junte à mistura anterior.
  6. Preencha as forminhas até a metade e leve para assar a 220oC, por aproximadamente 25 minutos ou até que você enfie o palito na massa e ele saia limpo.
  7. Retire do forno e deixe esfriar.

DO CREME:

  1. Bata todos os ingredientes juntos até que a mistura fique esbranquiçada e fofa.

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Crème Pâtissière – a base da confeitaria francesa.

O Crème Pâtissière, conhecido como creme de confeiteiro é a base da confeitaria francesa. Quase tudo é feito com ele. E fazer esse creme não é muito difícil, mas se aperfeiçoar no preparo leva tempo e demanda prática. Ele é comumente usado para rechear bombas, carolinas, bolos e também serve como base para uma infinidade de preparações.

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Ingredientes:

240 g de gemas

1 litro de leite

1 fava de baunilha

130 g de açúcar cristal

130 g de açúcar cristal

80 g de amido de milho

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Modo de fazer:

1- coloque o leite na panela

2- Abra a fava de baunilha no sentido do comprimento e raspe sua parte interna. Adicione ao leite.

3- Acrescente 130 gramas de açúcar e mexa levemente. Leve para ferver.

4- Num recipiente à parte, acrescente os outros 130 gramas de açúcar junto com as gemas. Misture um pouco e depois incorpore o amido de milho.

5- Assim que o leite ferver, acrescente-o aos poucos (três conchas por vez) na mistura de gemas. A intenção é dar um choque térmico.

6- Coe a misture e leve ao fogo médio, mexendo sem parar, senão pode empelotar.

7- Quando ferver, conte 3 minutos mexendo sem parar e está pronto.

8- Retire da panela, coloque num recipiente comprido e baixo, cubra com papel-filme e leve à geladeira por até 2 dias.

9- Na hora de usar você precisa alisar o creme em uma batedeira ou com um fouet, pois ele fica como um bloco denso depois de gelado. Mas é só bater por poucos minutos e você terá um creme liso novamente e pronto para ser utilizado.

Strawberry Basil Éclair

Comer… comer….

Fiiiiinalmente! Achei um lugar ideal para almoçar pelas redondezas da minha nova moradia. Hoje foi o dia mais feliz desses últimos meses em São Paulo.

Então, o lugar se chama Jardim e fica na rua Afonso de Freitas, na Vila Mariana. Lugar super fooofo, estilo uma casinha com clima aconchegante,  e com tudo o que um bom restaurante á kilo pode oferecer num almoço: saladinhas ótemas, hoje escolhi a de berinjela, cenoura e a de beterraba.
De proteína, um franguinho e adimito que me joguei no carboidrato por que vocês não imaginam a falta que eu estava sentindo de um purêzinho de batata!!! e também comi nhoque ao molho de tomate, mas que estava deliciosamente rosé.  Ah! e o que era a polenta frita?! Cro-can-te!!

Comida quentinha, cheirosa, bonita de se ver.  Adooooro!

Sabe, andei refletindo sobre a minha relação com a comida. Naquela hora, tô eu ali, ela ali também na minha frente e na boa, tem que se comer com prazer.  Não existe melhor sensação que a primeira garfada quando se tem fome. E a comida é boa, claro.

Em fim, recomendo!

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Outro detalhe foi passar em frente á Casa Gourmet que tem a faixada mais incrível de todas, e pelo que minha mãe me disse, lá eles oferecem diversos cursos inclusive gratuitos e o que eu tô louquinha pra fazer é algum de gastronomia por que já que eu aaaaamo comer, quero aprender a cozinhar melhor. 😉