Se torne a própria bênção.


Eu VOU FAZER esse trabalho de Meios Adequados de Resolução de Conflitos.

xoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxo

mas às vezes dá uns apertos no coração que tipo a gente estuda, estuda, estuda e vê que alguns de nossos sonhos são irrealizáveis. 😦

“Poderia a própria sociedade promover, de forma autônoma e difusa, uma solução para o conflito mais justa que a provinda da jurisdição estatal?”

Alguém me responde isso pelo amor de Deus…. porque eu li e pensei “Mano, tipo a sociedade de maneira mais pacífica resolvendo os conflitos sem precisar da atuação do judiciário?” =~ Deu uma bad aqui.

Porque aonde eu vou eu sinto as pessoas com sede de vingança, com sede de “fazer justiça”… justiça retributiva… é meio bad isso.

Até isso de Justiça Divina…. é uma forma de Justiça Retributiva. Tá errado isso.

Sabe, toma lá dá cá. Sabe, eu tô bem, isso que importa o resto foda-se.

Bizarro.

xoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxo

Bem eu tô aqui estudando e tô procurando as respostas da questão 1 que eu ainda não sei responder… As outras eu já sabia porque como eu comentei aqui antes eu li o livro “Como chegar ao Sim” em 2 dias… mas eu acho que a professora ainda vai explicar a atividade amanhã/hoje na aula. Mas eu já adiantei o trabalho.

(i) O aluno deverá realizar a leitura do capítulo 4 do livro SALLES, Carlos Alberto de; LORENCINI, Marco Antônio Garcia Lopes; SILVA, Paulo Eduardo Alves da (coordenadores). Negociação, mediação e arbitragem – curso básico para programas de graduação em Direito. Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-309-4565-7.

 

Após a leitura, deverá responder as perguntas apresentadas ao final do capítulo, quais sejam:

 

  1. O que significa resolver efetivamente um conflito? Como diferenciar uma resolução ruim de outra boa resolução do conflito: a satisfação das partes, um ideal de justiça ou o melhor aproveitamento da situação de conflito?

 

 

 

  1. Como diferenciar uma negociação que resolve o conflito de uma negociação que cria valor? O que significa “deixar um valor na mesa”? (87 a 97)

Resposta para a primeira pergunta:
A negociação baseada em “geração de valores” também conhecida como a baseada em “princípios” é aquela formulada na Escola de Harvard e que tem por base uma relação duradoura e que envolve uma negociação a longo prazo que vislumbra o futuro, para estreitar os laços, onde vislumbra-se ganhos mútuos. Apenas em casos pontuais será melhor a opção da negociação estritamente distributiva, quando não há uma relação continuada e as partes provavelmente nunca mais se encontrarão.
Como podemos ver em:

“A negociação para resolução de controvérsias tem o aspecto negativo de iniciar-se com base em algo que divide as partes e tem potencial para gerar animosidade e corte de comunicação. Sob esse prisma, ela representa um desafio adicional. Por outro lado, a negociação para criar novos negócios se inicia com uma propensão a olhar um futuro de oportunidades. Por isso, a tendência da negociação para criação de novos negócios é mais positiva do que a negociação para resolução de controvérsias, porque apenas naquela as partes tendem a se comunicar para explorar a possibilidade de ganhos mútuos no futuro. Entretanto, essa análise é simplista e limitadora. A existência de uma disputa e as alternativas à negociação disponíveis às partes criam oportunidades de geração de valor.

 

A negociação estritamente distributiva, quando muito, é adequada para negociações pontuais, nas quais não há uma relação continuada e as partes provavelmente nunca mais se encontrarão. A negociação para criação de valor, por sua vez, é mais adequada às operações continuadas – nas quais as opções criativas são possíveis. Nesses casos, são importantes a boa relação de longo prazo, a confiança e a credibilidade.”

 

Resposta para a segunda pergunta:

 

“Após trabalhar na criação de valor e na negociação distributiva, é importante verificar se não há valor deixado na mesa de negociação – valor este não alcançado para si por nenhuma parte. Alguma questão pode ter ficado de fora do escopo de acordo. Talvez não tenha sido abordada de propósito, por ser muito controvertida. Em outros casos, pode ser um esquecimento. Nesse caso, é importante refletir antecipadamente sobre como gostaria de lidar com o valor que “sobrou” na mesa, mas não se deve impor a solução à outra parte. É mais indicado sugerir que sobrou valor a ser dividido na mesa e perguntar se o outro lado tem alguma ideia sobre como o mesmo pode ser dividido. Se a proposta do outro lado for melhor que a sua, talvez seja o caso de aceitá-la. Se a proposta o decepcionar, talvez seja o caso de sugerir que os padrões do acordo já alcançado se apliquem também ao valor que foi deixado na mesa.”

 

 

  1. Qual o papel do brainstorming na criação de valores na negociação? (87 a 97)

 

Surgir com a perspectiva de compreensão dos interesses de ambas as partes. Assim como a sessão de brainstorming tem como objetivo produzir o máximo de ideias possível para resolver determinado problema. Serve para dissociar o processo de pensar em possíveis soluções do processo de escolher entre elas.
Como podemos ver em:

 

“O processo de criação de ideias requer boa dose de ingenuidade, mas muito cuidado: as partes numa negociação têm a tendência de enxergar qualquer oferta do outro lado com suspeição, fazendo com que a criação de opções encontre uma resistência natural ao se informar de uma parte para outra. Uma maneira interessante de criar opções é a “sessão de ideias” (brainstorming), no qual as partes apresentam tudo o que lhes vem à mente, sem que qualquer um julgue se as ideias são boas ou más e sem que as elas tenham autoria. A partir de uma lista criada em conjunto no brainstorming, pode-se eleger em conjunto as ideias com melhor potencial. A partir daí, começa-se a criar cenários hipotéticos com base nelas. Quando uma ideia encontra resistência, a outra parte deve perguntar “o que haveria de errado com essa ideia?” Assim, revelam-se outros interesses e permite-se a criação de outras ideias e ajustes.”

 

 

  1. Qual a importância de imaginarmos a criação de valores e a distribuição como negociações independentes?

 

Acredito que a importância de a criação de valor, ou seja, a negociação baseada em princípios, e a negociação distributiva serem negociações independentes está justamente na mudança de mentalidade com que negociamos entre as partes (mudança de mentalidade negocial), pois através de técnicas onde priorizamos a concentração nos interesses e não nas posições; a invenção nas opções de ganhos mútuos; a separação das pessoas do problema e insistir em critérios objetivos – quando estamos numa negociação baseada em princípios faz toda a diferença na hora de negociar e atingir resultados mais satisfatórios para ambas as partes com possíveis negociações futuras.

  1. Quando identificar que um acordo é inviável?

 

Você deve considerar a BATNA da outra parte. BATNA – Best Alternative To a Non Agreement. “Você também deve pensar sobre as alternativas disponíveis para o outro lado. Quanto mais você puder descobrir a respeito delas, mais bem preparado estará para a negociação. Conhecendo as alternativas, você pode fazer uma estimativa realista do que esperar da negociação. (…) A BATNA deles pode ser melhor para eles do que qualquer solução justa que você possa imaginar. (…) Em outras palavras, se a BATNA da outra parte é tão boa que eles não veem necessidade de negociar os méritos, reflita sobre o que você pode fazer para mudá-la. Se ambos os lados tiverem boas BATNAS, o melhor resultado da negociação – para ambas as partes – pode ser não fechar um acordo. Nesses casos, uma negociação bem-sucedida é aquela em que ambos os lados descobrem, de forma amistosa e eficiente, que a melhor maneira de atender a seus respectivos interesses é explorar outras possibilidades e parar de tentar chegar a um acordo.

 

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