Caindo a ficha… :~

Poxa…. hoje foi o dia que eu doei o Pooky… eu fiquei muito revoltada sabe… sei lá, surtei.

Dei um escândalo, xingei, gritei, chorei. Senti um vazio enorme no peito, uma dor no coração… falei um monte de bosta pela internet… mas sei lá… acho que eu tenho que parar de agir como uma garota mimada e agir mais racionalmente e como uma adulta.

Eu tinha que doar o Pooky já faz um tempo… 😦 buaaaaaaaaaa Essa decisão já tinha que ter sido tomada a um bom tempo.

Porque por exemplo, eu cuido dele mas não assim tããão bem como eu gostaria…. eu já não estava mais levando ele pro parque. Já estava evitando de sair com ele pra rua porque ele novamente voltou a apresentar alergia na pele…. e sempre que ele fica com essa alergia na pele eu fico meio cansada dele… sabe? tipo “putz, de novo…”

E eu estava limpando direitinho as sujeiras dele mas admito que não 100% né… porque eu durmo tarde e acordo tarde, então eu limpava durante o dia e antes de dormir. Mas quando tava dormindo eu não limpava e minha mãe tinha que limpar e ela se estressava com isso e reclamava demais…. e isso gerava um estresse muito grande em casa.

Nisso meu cachorro andou passando mal e vomitando a casa toda… fazendo xixi e cocô pela cozinha toda… minha mãe ficou mais bolada ainda com ele mesmo eu limpando tudo… aí ele foi despejado. 😦 buaaaaaaaaaaaa

Porque nessas horas volta toda aquela conversa do passado á tona: “Porque quando a gente não tinha cachorro….”

1) Esse sofá era lindo

2) Esse chão não era cheio de pelo

3) A cozinha estava sempre limpa

4) BLABLABLAFUCKINGBULLSHIT

Mas ela nunca parou pra pensar que depois que eu tive cachorro só quem dormiu na minha cama foi ele né? 😦

E roncou bastante.

Miss you Pooky Wooky Patataca ❤

Enfim… vou continuar cuidando da minha mãezinha pq ela merece, já conversamos a madrugada inteira depois de eu ter surtado e brigado e xingado e chorado e mesmo estando tristes – nós duas – estamos bem.

caralho. mas eu ainda to muito triste.

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Amenidades…

Bem… depois de muito sofrimento saíram as notas das últimas provas da faculdade e eu não fui muito bem :~

A prova de Direito Civil estava dificílima… o professor não deu nenhuma dica do que ia cair na prova e o conteúdo era muito grande…. quando chegou na hora de fazer a prova praticamente todas as questões perguntavam sobre o caráter indenizatório dos institutos jurídicos abordados em sala de aula. E eu não me lembrava muito bem. Não tinha prestado muita atenção nesse detalhe. E na hora da prova eu saí inventando as respostas. hahahhahaha merda.

Resultado: Estudei a merda da matéria toda, sabia explicar tudo menos o que estava sendo perguntado. E tirei 5,5 na prova. Não sei como fui tão mal.

Eu tava querendo ir na revisão de nota. amanhã na faculdade ver a correção da prova… porque meu professor não considerou as minhas respostas tanto assim… não é possível… tinham 6 questões múltipla escolha valendo 3,0 e o resto era discursiva valendo 7,0…. porra… tirar 5,5 é muito pouco. Tô bem chateada com essa minha nota.

Nisso na outra prova de Recursos eu estudei a matéria toda, fiz a prova com código era pra eu tirar 10. E acabei tirando 8,0.  Não sei porque também. Como não tirei 10?

Ahhhh sério… Acho que é tudo implicância de professor que não quer me dar nota.

Nisso também tinha participado do IX EPED né, tinha comentado aqui com vocês que eu tava esperando pra saber se meu resumo tinha sido escolhido ou não só que não foi :~

E o texto que eu tinha elaborado tinha sido esse:

Metodologia

 

Para atingir os objetivos propostos, foi realizado revisões de literatura, por entender que para se chegar a uma conclusão pertinente ao tema seria necessário que se fizesse o estudo aprofundado de outros artigos e revistas cientificas para embasamento teórico acerca do tema em questão.

A ineficácia formal das medidas protetivas na Lei Maria da Penha.

            A violência contra a mulher tem se tornado cada vez mais banal dentro da nossa sociedade patriarcal onde o homem é idealizado como o eixo da sociedade, subjugando a mulher á condição inferiorizada em todos os aspectos da vida social, seja familiar, profissional ou nas relações amorosas e interpessoais. A cultura machista vem destruindo sonhos, calando vozes femininas, destruindo famílias (Bruno, 2010).

Pensando em todo esse cenário, foi que em 2006 surgiu a Lei Maria da Penha visando proteger as mulheres vítimas de violência doméstica no Brasil de seus agressores podendo as vítimas buscarem no aparato judicial meios de defesa contra a violência através de medidas protetivas e oferecimento da denúncia contra o agressor que tem a natureza da ação pública incondicionada.

Ocorre que devido á grande extensão territorial que temos no Brasil e a falta de estrutura que temos em nosso sistema judicial, nem sempre a aplicabilidade das medidas protetivas estão sendo aplicadas da maneira correta, muitas vezes as mulheres ao procurar as autoridades competentes para ceder as medidas protetivas se frustram, sendo expostas á ameaças e perigos dos agressores que ficam livres para cometer abusos e praticar novos delitos.

Como exemplo temos o fato que aconteceu em Belo Horizonte com uma cabeleireira. Maria Islaine de Morais chegou a denunciar seu ex-marido por cinco vezes, e mesmo assim, ele continuou rondando o salão de beleza onde a mesma trabalhava, como forma de ameaça (Globo Minas, 2010). Percebe-se aqui que há uma falha na aplicação das medidas protetivas e também na fiscalização por parte das autoridades policiais, como assegura a Lei.

Outro problema enfrentado é quando a vítima resolve se retratar e reatar com o agressor, com isso tornando as medidas sem eficácia nenhuma (Pacheco, 2015). É que com a retratação da vítima por sua livre escolha antes do oferecimento da denúncia, o judiciário, ou seja, o Juiz que concedeu a medida protetiva deve revogá-la, tornando-a assim, ineficaz.

            Um dos principais entraves na eficácia da aplicação das medidas protetivas são a escassez dos profissionais psicossociais que deveriam atender ás vítimas, a falta de estrutura dos órgãos governamentais e a construção de abrigos dignos para o acolhimento e a ressocialização das vítimas de violência doméstica.

Conclusão

            O problema do machismo na nossa sociedade é um problema estruturante e que vem se perpetrando ao longo das gerações e como consequência temos a figura feminina na sociedade cada vez mais reprimida e não podemos deixar que isso se torne também um ato de violência física.

            As medidas protetivas como não estão sendo sequer aplicadas para quem necessita, deixam margem para se questionar a eficácia da Lei Maria da Penha pois justamente servem para proteger a mulher vítima de violência doméstica; como não existe uma rapidez ou efetividade no cumprimento das medidas por parte das equipes policiais, ou também não existe equipe psicossocial ou casa de abrigo para atender essas mulheres também se torna ineficaz a proteção da Lei.

            Devemos continuar cobrando ás autoridades, Ministério Público e o Estado que criem mecanismos de fiscalização das medidas protetivas assim como faça valer a obtenção das medidas protetivas.

Referências Bibliográficas

DIAS, Maria Berenice. A Lei Maria da Penha na Justiça: a efetividade da Lei 11.340/2006 de combate à violência domestica e familiar contra a mulher. 2.ed. rev., anual. E ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010.

VASCONCELOS, Ruth. PIMENTEL, Elaine. Violência e Criminalidade: em mosaico. Ed. UFAU, Maceió: 2009.

SILVA, Luciane Lemos da; COELHO, Elza Berger Salema; CAPONI, Sandra Noemi Cucurullo de. Violência Silenciosa: violência psicológica como condição da violência física doméstica. Interface (Botucatu),Botucatu, v. 11, n. 21, abr. 2007 . Disponível em:.http://dx.doi.org/10.1590/S1414-32832007000100009.

CUNHA, Rogério Sanches. PINTO, Ronaldo Batista. Violência Domestica: Leii Maria da Penha (Lei11. 340/2006), comentada artigo por artigo. 2.ed.rev.atual. eampl., ed. Revista dos Tribunais, São Paulo 2008.

CURY, Myriam Therezinha. Violência Domestica e de Gênero. Revista Justiça & Cidadania, n.102, 2009.

SOUZA, João Paulo de Aguiar Sampaio. FONSECA, Tiago Abudda.A Aplicação da Lei 9.099/95 nos Casos de Violência Domestica Contra a Mulher.p.176. Boletim do IBCcrim n.168, novembro de 2006.

PORTO, Pedro Rui da Fontoura. Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher: análise crítica e sistêmica. 1. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.

SOUZA, Sergio Ricardo de. Comentários a Lei de Combate a Violência Contra a Mulher.Lei Maria da Penha 11.340/06: Comentários Artigo por Artigo, Anotações, Jurisprudência e Tratados Internacionais. 2. ed. Rio de Janeiro: Juruá, 2009.

NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de Direito Penal: parte geral: parte especial. 5.ed. rev., atual. E ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009.

JESUS, Damásio E. de. Direito penal, 2 vol.: parte especial; Dos crimes contra a pessoa e dos crimes contra o patrimônio. 29. ed.São Paulo: Saraiva, 2009.

DIAS, Maria Berenice. A Lei Maria da Penha na Justiça: a efetividade da lei 11.340/2006 de combate a violência doméstica e familiar contra a mulher. 2. tir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.

TELES, Maria Amélia de Almeida; MELO, Mônica de. O Que é Violência Contra a Mulher. São Paulo: Brasiliense, 2002. p. 116.

CUNHA, Rogério Sanches. PINTO, Ronaldo Batista. Violência Doméstica: Lei Maria da Penha ( Lei 11.340/2006), comentada artigo por artigo. 2. ed. rev. atual. e. ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.

SOUZA, Beatriz Pigossi. Violência Doméstica – Lei “Maria da Penha”:solução ou mais uma medida paliativa? Presidente Prudente, SP, 2008. 62 f. (Trabalho de conclusão de curso). Faculdade de Direito de Presidente Prudente “Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo”.

JORNAL DA GLOBO, GLOBO MINAS. Morte de cabeleireira leva mulher a pedir auxílio à polícia contra ex-marido em Minas Gerais. Disponível em: https://oglobo.globo.com/brasil/morte-de-cabeleireira-leva-mulher-pedir-auxilio-policia-contra-ex-marido-em-minas-gerais-3064505

O GLOBO. Para aplicar Lei Maria da Penha, Justiça tem que ‘calçar sandálias da humildade’, diz Gilmar. Disponível em: https://extra.globo.com/noticias/brasil/para-aplicar-lei-maria-da-penha-justica-tem-que-calcar-sandalias-da-humildade-diz-gilmar-259307.html

CAMPOS, Carmen Hein de. Lei Maria da Penha: um Novo Desafio Jurídico. In: Violência Doméstica: Vulnerabilidade e Desafios na Intervenção Criminal e Multidisciplinar. Fausto Rodrigues de Lima, Claudiene Santos (Org.), Ed. Lúmen Júris, Rio de Janeiro, 2009, p. 23

PASINATO, Wânia. Juizados Especiais de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e a Rede de Serviço para Atendimento de Mulheres em Situação de Violência em Cuiabá, Mato Grosso. Cecília Maria Bacellar Sardenberg, Org. Salvador: NEIM,UFBA, 2010, p. 84.

ROCHA, Sandro Caldeira Marron da. Abordagem sobre a Lei de Violência Domestica Contra a Mulher – Lei 11.340/06. p.173-187. In: FREITAS, Andre Guilherme Tavares de. Estudos sobre as Novas Leis de Violência Domestica contra a Mulher e de Tóxicos (Lei 11.340/06 e 11.343/06) Doutrina e Legislação. Ed. Lúmen Juiris. Rio de Janeiro, 2007, p. 177.

Bruno, Tamires Negrelli – “Lei maria da penha x ineficácia das medidas protetivas” – 2010 . Disponível em: https://monografias.brasilescola.uol.com.br/direito/lei-maria-penha-x-ineficacia-das-medidas-protetivas.htm#sdfootnote58sym

AMARAL. T.M. A (In)Eficácia Do Estado Na Implementação Das Medidas Protetivas Previstas Na Lei Maria Da Penha, Enquanto Políticas Públicas De Efetivação Dos Direitos De Cidadania. Disponível em: http://www.unisc.br/portal/images/stories/mestrado/direito/dissertacoes/2012/tatianamartinsdoamaral.pdf Acesso em: 13 de Janeiro de 2015.

BRASIL. Lei 11.340/06. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm Acesso em: 23 de Nov. de 2014

BRASIL. Lei Maria da Penha: STF decide que agressor pode ser processado mesmo se vítima retirar queixa. PORTAL DE NOTÍCIAS. Disponivel em: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2012/02/09/lei-maria-da-penha-stf-decide-que-agressor-pode-ser-processado-mesmo-se-vitima-retirar-queixa Acesso em: 13 de Fevereiro de 2015

BRASIL. Pesquisa de Opinião Publica. VIOLÊNCIA DOMESTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER. Disponivel em: http://www.senado.gov.br/senado/datasenado/pdf/datasenado/DataSenado-Pesquisa-Violencia_Domestica_e_Familiar_contra_a_Mulher.pdf Acesso em: 12 de Maio de 2019

Pacheco, Indiara Leiliane Cavalcante – “A (in)eficácia das medidas protetivas de urgência Lei Maria da Penha” – 2015. Disponível em: http://www.conteudojuridico.com.br/artigo,a-ineficacia-das-medidas-protetivas-de-urgencia-lei-maria-da-penha,53427.html

Mapa da Violência contra a Mulher 2018 – Disponível em: https://pt.org.br/wp-content/uploads/2019/02/mapa-da-violencia_pagina-cmulher-compactado.pdf

 

Era pra ter sido um resuminho com um determinado número de caracteres e tal então não podia ser uma coisa longa… mas acho que não ficou bom mesmo não… sei lá… não sei porque não foi escolhido… acho que os que foram escolhidos eram mais descolados que o meu. Na real agora que eu estou fazendo o curso de Metodologia da Pesquisa em Ciências Criminais eu estou entendendo melhor como funciona pra escrever um artigo ou um TCC … e do jeito que eu fazia antes não era o mais adequado. 

Tem que ter um recorte… um viés…. Acho que o meu até tinha… mas se pá acho que a vertente política dele não era a melhor indicada pra fazer parte desse evento… eu acho… porque vocês viram quem fez mudanças nas medidas protetivas da Lei Maria da Penha? O Bozo. 😦

Mas relendo o texto agora, acho que ele tá muito vago… falta dados, falta metodologia… falta uma questão… e uma conclusão que chegue numa solução praquela questão.

Mas aqui é assim, a gente mata a cobra e mostra o pau. hahahaha Tá aí. Eu fiz o texto, enviei, participei, não foi selecionado e eu agora to divulgando pra vocês verem como tinha ficado e tal e agora estou fazendo as devidas ressalvas. é. não ficou bom. 😦

Então são vários aspectos que a gente tem que analisar quando está escrevendo algo. E foram esses primeiros aspectos que abordamos hoje no curso… por exemplo, quais métodos serão empregados, como elaborar a questão da pesquisa, pra quem eu tô escrevendo, quem são os atores daquela pesquisa… e tal tal tal … 

Nisso eu fiquei muito empolgada quando cheguei em casa pra ler mais sobre coisas que gosto – de assuntos relacionados ao Penal – que me gerassem ideias pro meu TCC…

Acabei de falar com o Marco Antonio, professor meu de Penal lá da Anhembi se ele poderia me orientar no TCC…. e falei pra ele que eu tenho vontade de escrever sobre algum assunto que remeta ao feminismo ou ás drogas. Mas sem cair em clichês. 

Nisso eu acho que eu vou acabar indo no evento do IX EPED porque eu to afim de participar do encontro ouvindo as pessoas que foram selecionadas sobre o tema delas. Pra aprender mais coisa que está em voga sabe? E também porque se elas foram selecionadas é porque o trabalho delas está melhor do que o meu né? Então vale a pena ir lá pra absorver coisa nova. Principalmente sobre o GT de feminismo e aquele leve flerte com o GT de Acesso á Justiça. hahahahahahahahahaha ❤

Nisso eu tô aqui ouvindo uma música, lendo meu livrinho sobre O Direito Penal da Guerra às Drogas, e já apliquei o que aprendi hoje no curso ao livro, por exemplo:

“Qual questão ele aborda no livro?”
“Qual metodologia ele utilizou pra embasar a pesquisa dele?”
“Quem são os atores da pesquisa dele?”

Enfim…. agora eu to querendo fazer uma pesquisa aqui sobre temas pro meu TCC pra eu ir aplicando na prática o que estou aprendendo no curso do Ibccrim. ❤

Isso é tudo por hoje, pessoal.

#Nãovaiterférias.

           

 

 

 

Heavy Metal Lonelly Wolf – Life Moto.

Conceito 1: A vida? A vida é no erro. É errando que se aprende. E a vida é uma merda. Tudo dá sempre errado. É uma bela duma merda porque tá sempre tudo errado… nunca tá do jeito que a gente quer… por isso que estamos sempre aprendendo.

Conceito 2: E ninguém nem nada deve ser mais importante do que você mesmo. Você deve vir em primeiro lugar sempre. Nem um amor nem seus amigos devem vir em primeiro lugar. Antes de você. Você sempre tem que fazer as coisas que são melhores pra você. Pra você em primeiro lugar. E foda-se o resto.

Conceito 3: Nunca duvide do Kleber quando ele te disser que vai mandar uma foto da rola dele. hahahahhahaahahahahahahah (piada interna)

 

7 documentários sobre o sistema prisional brasileiro que você não pode deixar de assistir.

A Redação do Canal Ciências Criminais elaborou 7 sugestões de documentários sobre o sistema prisional brasileiro. A seleção contou com a colaboração do time de colunistas. Vamos, então, às indicações dos documentários:

1) O Prisioneiro da Grade de Ferro (2003) – Duração: 122min

documentário, dirigido por Paulo Sacramento, retrata a ineficácia do sistema prisional brasileiro, sobretudo sua falha no processo de ressocialização. As lentes do diretor permitem captar a clara violação aos direitos e garantias fundamentais, principalmente em relação à dignidade do apenado.

2) Justiça (2004) – Duração: 104min

O documentário, dirigido por Maria Augusta Ramos, mostra o cotidiano dos funcionários do Poder Judiciário, mais precisamente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, bem como expõe as mazelas e a situação precária do sistema carcerário brasileiro.


3) O Cárcere e a Rua (2004) – Duração: 80min

O documentário, dirigido por Liliana Sulzbach, narra a história de três prisioneiras marcadas pelo destino em uma penitenciária em Porto Alegre: Cláudia, Daniela e Betânia.

4) Juízo (2007) – Duração: 90min

Também dirigido por Maria Augusta Ramos, do premiado “Justiça”, o documentário acompanha a trajetória de jovens com menos de 18 anos de idade diante da lei. Meninas e meninos pobres entre o instante da prisão e o do julgamento por roubo, tráfico, homicídio.

 

5) Pelo Direito de Recomeçar (2013) – Duração: 25min

Lançado pela Defensoria Pública do Estado do Tocantis em 20013, o documentário abordou a realidade do sistema carcerário tocantinense, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre o tema da ressocialização no cumprimento de pena privativa de liberdade. A película ainda apresenta propostas para amenizar os problemas relatados e reinserir os presos na sociedade por meio do trabalho.

 

6) Sem pena (2014) – Duração: 83min

Dirigido por Eugenio Pupo, o documentário retrata a precária vida nas prisões brasileiras, bem como os medos, preconceitos e equívocos que assombram a realidade penitenciária.

7) Tortura e Encarceramento em Massa no Brasil (2015)

Promovido pela Pastoral Carcerária, o documentário é dividido em 2 partes. A primeira delas, intitulada “A Tortura como Política de Estado”, trata das novas roupagens da tortura dentro do sistema carcerário. Já a segunda parte, “As Mulheres e o Cárcere”, aborda as torturas sofridas especificamente pelas mulheres presas.

Parte 1 – A Tortura como política de Estado – Duração: 12min

Parte 2 – As Mulheres e o Cárcere – Duração: 19min

Mais duas indicações Netflix:

“Por dentro das prisões mais severas do mundo” (um ex presidiário britânico, 13 anos preso mas que conseguiu provar a inocência e hoje viaja pelas prisões no mundo todo mostrando as condições, e o primeiro capítulo é no Brasil)

“Eu sou um assassino” (que colhe histórias e depoimentos de pessoas que estão no corredor da morte)

Fonte: https://canalcienciascriminais.com.br/documentarios-sistema-prisional/

Um hospital é onde você recupera toda sua humildade…

Hoje quando deu meia noite chamei minha mãe, mas nem precisou. Ela já estava se levantando da cama 4 minutos antes do horário combinado pra se trocar e irmos para o hospital.

Eu estava aqui, no blog. Escrevendo… contando pra vocês minhas maluquices. Tinha aproveitado e impresso a grade curricular do meu curso de Direito novamente e fiquei grifando as matérias que já tinha feito e esperando ansiosamente pelo quinto semestre e pensando nas matérias que vou conseguir fazer nas férias.

Nisso…. minha mãe estava precisando de ajuda para se vestir e eu fui ajudá-la porque a perna dela está machucada por causa da queda e eu fui ajudar ela a se vestir.

Partimos pro hospital.

Chegando lá tinha pouca gente na madrugada esperando para ser atendido, mas tinha uma galera na recepção e umas pessoas na frente do prédio e eu parei ali uns minutinhos pra acender um cigarro… e minha mãe sentou num dos banquinhos…

Uma moça falava ao telefone, chorando… contando sobre o estado de saúde de uma senhora da família dela…. que piorava… ela não estava bem. E a moça estava muito triste.

Sabe, a gente vai no hospital e quer acabar com a dor, com o sofrimento…. e queremos ser atendidos logo… mal pensamos nos médicos que estão ali tentando conter todos os prejuízos, os males, as adversidades que todos trazem consigo… num ambiente geralmente lotado.

E quando eu vou no hospital com a mamãe eu normalmente olho pras senhorinhas e senhorzinhos de uns 90 e poucos anos e torço pra minha mãe chegar nessa idade também. Mas eu dou risada por que provavelmente quando ela chegar lá será que eu vou estar trocando fraldas dela? hahahahahahah

Sei lá viu…. eu chego lá e os assuntos são muito engraçados… é fralda, é a pessoa que não quer comer, aí uma porrada de remédio… o estado de saúde que AGORA EU JÁ SEI DIZER: FRAGILIZADO.

Minha mãe não é velha não! Minha mãe está FRÁGIL. ❤

Porque frágil ela nunca foi. Acho que isso no começo, quando ela começou a ficar senhorinha ela também deve ter ficado meio com raiva ou não aceitado o fato muito bem…. imagina… sempre forte, fazendo as coisas, indo e vindo… carregando… subindo… e agora ela está … frágil.

Custa pra gente entender E ACEITAR a realidade das coisas.

Que esse é um caminho sem volta. Porque eu imaginava minha mãe ficando velhinha mas não imaginava as consequências disso… E ir pro hospital é uma puta lição de humildade.

Eu fiquei me perguntando toda hora: “Estou fazendo o meu melhor?”

Pra tudo. Pra botar minha mãe no carro. Pra tirar minha mãe do carro. Pra levar ela pra fazer o exame. Pra preencher a ficha. Pra ela conversar com o moço que ia fazer o exame dela (ela tinha que tirar o sutiã e eu fiz piada), sei lá sabe… porque a gente realmente não sabe a duração dos momentos ao lado das pessoas que a gente mais ama e que nos mais amam também.

Esse assunto é super delicado pra mim, tanto é que quando começo a falar dele eu tenho a cada um segundo pensamentos negativos de que algo trágico irá acontecer mas aí eu me breco respiro ou fumo um cigarro e penso em outra coisa, normalmente procuro trabalhar o sentimento.

Tipo… você ta pouco se importando se você tem que pagar 300, ou 1000 reais pra fazer um exame…. você só quer que o resultado saia assim: “Tá tudo bem”.

É foda sabe…. você coloca em perspectivas coisas que antes você não colocava… do tipo “estou fazendo o meu melhor?” ou “só quero que a gente faça todos esses exames e a gente descubra que é uma coisa fácil de se resolver, que tudo vai ficar bem”.

Acho que hoje eu considero que minha vida está no ápice como eu nunca imaginei, como eu sempre sonhei. Eu tenho minha mãe que está sempre do meu lado dentro das limitações dela, moro com ela… temos nosso cachorrinho, nossa casa é pura paz… nós não brigamos nunca… aquelas brigas todas de adolescência ficaram pra trás.

Hoje em dia eu não tenho mais meu pai. Ele morreu em 2007. E a vida ficou mais tranquila sem ele. Porque ele causava demais. Eu amava meu pai. Mas de vez em quando era foda. E ele em si era foda. Ou seja, desde que ele morreu eu fiquei muito triste na época, desbaratinei, fiquei bem loka na época, mas passou. E quando passou e eu comecei a ver o lado positivo dele não estar mais aqui as coisas foram se acertando.

Hoje em dia é o fechamento eu minha mãe minha mãe e eu.

Minha irmã é uma louca… não dá pra contar com ela.

Mas sabe… eu fico pensando na fragilidade do momento. Em como as coisas deixam de ser assim tão relevantes do ponto de vista material e passam a ser mais importantes no nível da essência da coisa. Em estar com a pessoa mais um dia. Em ter uma lembrança com ela. Em fazer ela feliz. Em cuidar dela. Sabe? Acho que isso é amor.

Eu tive um namorado com 17 anos que foi o primeiro amor da minha vida. E acho que pela segunda vez eu encontro o real significado da palavra amor.

Sei lá… porque é uma puta entrega. é uma puta dedicação. É você cuidar, se preocupar, falar com a pessoa, querer brigar mas saber que não pode porque ela pode ficar triste e as coisas podem piorar.

Mas no final das contas, ao contrário do meu pai, que morreu muito rápido e não deu nem pra se despedir dele nem pra processar a ideia direito nem nada pelo menos agora com minha mãe eu estou tendo uma experiência de cuidar dela atéééééé onde Deus me permitir.

E isso não é uma benção? Poder cuidar dela? Estar ao lado dela? Ela saber que chegou ao fim da vida ou está na fase final e tem com quem contar?

Eu faria isso por ela independente de qualquer coisa. Não é só porque moro com ela.

Sei lá né meo! Ela é MINHA MÃE!

Enfim… cada um com sua consciência.

Mas eu fico grata que Deus me deu essa missão. Essa aflição de não saber mais quantos dias eu vou ter ao lado dela. Que Deus queira que sejam muitos. Cento e poucos anos E SEM MALHAR NEM TOMAR SUCO VERDE.

Veínha é foda.

E eu juro. Tentei de tudo pra bloquear esses pensamentos negativos de medo de perdê-la. Bebi altas brejas, fumei maconha atéééé o cu fazer bico… old kush, dryzinho, manga rosa, prensado, pretinho, pakistanês, … caralho… eu tava virando um vegetal. Pra aliviar a consciência de que minha mãe poderia estar partindo.

Só que quanto mais eu tentava aplacar esse pensamento com drogas eu criava mais pensamentos negativos. Aí pensava nela partindo, eu ficando sem faculdade, sem casa pra morar e os caralho.

Nisso dei um basta fiquei careta e voltei a encarar as coisas de cara limpa e aceitando um dia após o outro e dentro dos planos de Deus.

E é isso… a aventura da baladeira de hoje foi fazer o primeiro exame dela rumo ao descobrimento dessa doença maledeta que a acomete.

E eu tô do lado dela. E eu tenho orgulho de dizer isso.

Vamos passar por tudo juntas. Hoje e sempre. Até o fim de nossas vidas.

E relaxa mãe, depois eu me viro. Já tô bem grandinha. 😉

Só quero dizer que te amo. TE AMO. sempre. Daqui até a eternidade.

Eu falava que faria tudo pra dar a vida á você mas sei que isso não me cabe. Então faço hoje em dia o meu melhor. O que eu puder fazer ao meu alcance pra te fazer uma vida melhor eu farei.

te amo.

beijos,

Maíra.

Sessão #desabafo.

Então… chegou a hora – mais do que nunca – de eu cuidar da minha mãe.

Minha irmã não fala mais com a gente…. só procurou a gente pra resolver o problema dela com o apartamento dela que tava o contrato de aluguel no nome da minha mãe e a procurou para retirar o nome dela e depois não deu mais notícia. Só procurou quando precisava…. depois disso, sumiu. De novo. Não dá notícia, não liga pra saber se a gente tá bem, se a mãe dela está bem, nada… a filha dela a mesma coisa.

E minha mãe acabou de dar de presente R$ 300,00 de aniversário pra neta dela. Que nem falar com ela fala.

Nisso eu to aqui né cuidando dela, afinal viemos morar juntas esse tempo todo e o tempo passou e minha mãe foi ficando velhinha e eu tenho que cuidar dela.

Antes era uma cuidando da outra, agora eu tenho que cuidar mais dela.

Às vezes parece até que eu sou mãe… e olha que eu quero distância de filho… hahahaaha Mas parece que eu tenho uma criança em casa.

Minha mãe é teimosa, cada vez que passa ela fica com um gênio mais teimoso… eu falo as coisas pra ela e ela não concorda comigo ela faz as coisas do jeito dela e eu to lá mostrando pra ela o jeito certo e ela faz do errado….

Mas ela é bem boazinha porque ela vive se dando mal e vira pra mim e fala “não vou mais duvidar de você”, “você tem uma boquinha que Deus me livre” hahahahaha Essas coisas…

É um pouco cansativo e um pouco preocupante cuidar dela… eu fico temendo pelo pior sempre tipo de as coisas desandarem sei lá… fico com esse medo sempre. O que me deixa aflita. Mas eu penso “Vaso ruim não quebra!” hahahahaha E tento me acalmar.

É meio como se eu tivesse uma criança ou uma adolescente em casa… sabe assim?

Se bem que ela não é revoltada.

Mas tipo tudo isso pra dizer que eu não vou desistir de trabalhar nem de estagiar nem de fazer minhas coisas. Se organizar tudo direitinho todo mundo trepa.

Eu só preciso organizar melhor meus horários que acordo, arrumo a casa, vou ao super, e dou uma assistência pra ela… mas será inevitável ficar um pouco mais ausente com o passar do tempo… mas acredito que vou conseguir cuidar dela do mesmo jeito.

Mas eu preciso trabalhar.

E preciso cuidar dela.

Mas acho que vai dar pra conciliar as duas coisas.

Gente… minha mãe depois dos 40 já casada, com 2 filhas, 1 cachorro, a mãe dela morando na casa dela, fez faculdade e trabalhava…. porque eu não vou conseguir fazer o que tenho pra fazer?

Ah vah!

Minha agenda desse mês tá toda cronometrada… de hoje, quinta, á domingo eu estudo Recursos e Reais, segunda e terça eu faço revisão e prova. De quarta até a sexta sem ser essa a outra eu leio textos pro grupo do ibccrim. Aí  nesse meio tempo eu já vou ter as duas primeiras aulas do curso de Metodologia.

E nisso preciso abrir uma nova planilha pra montar meu horário de férias e 2º semestre.

Que provavelmente eu não terei férias. Estarei estudando. Graças a Deus.

Ai sei lá… só queria que essa faculdade acabasse logo…. que minha mãe fosse na festa me ver formada… pegando o canudo… =~

Sabe…. tô louca pra fazer essas duas últimas provas de segunda e terça e pensar “ACABEI! MENOS UM!!! MENOS UM SEMESTRE!!!” E me livrar desse fardo.

Só de pensar que no 6º semestre eu só tenho 1 matéria pra cursar… ❤

Esse 5º semestre agora vai ser puxado… 4 matérias…. fora as que eu conseguir puxar da grade que ficaram pra trás como adaptação… que se der pra puxar eu já puxo logo tudo que der… O quanto mais eu me livrar melhor. Nem que eu fique louca subindo pelas paredes tendo que estudar que nem uma vaca louca mas quero me livrar disso.

Minha meta é chegar ano que vem, no 6º semestre cursando 1 matéria e apenas as que ficaram faltando cursar que não deram pra puxar no 5º.

Que aí eu vou estar com a grade completa. do 1º ao 6º.

😀

Nossa… agora que lembrei! Acho que dá pra puxar matéria de adaptação pra cursar nas férias! hahahahahaha ai céus.

Eu confesso que a principal coisa que me levou a estudar no ibccrim foram as 100h de atividade complementares que o certificado do grupo confere ao final do ano, mas eu simplesmente me apaixonei pelo ibccrim …. coisa que eu já era a uns anos atrás.

Queria continuar estudando em outros grupos lá depois que esse acabasse…

Queria fazer o Laboratório….

Mas tipo 100h já me salvou bastante!

E o grupo é tão legal, os textos são tão bons e é tão bom aprender coisas novas e eu tava querendo também aprender mais coisas sobre o Direito Penal e quem sabe assim abrir portas…

De toda forma acho que a facul está caminhando bem.

Só preciso ter um pouco mais de paciência até conseguir organizar minha grade até o ano que vem – período esse que será mais tranquilo – e aprender a curtir mais o momento.

Porque do 7º ao 10º vai ser a grade completa todos os semestres. Aí vai ser aquela pauleira de OAB, TCC… ê lerê!

MAAAAE AGUENTA FIRMEEEE TA ACABANDO!!!!

 

Notícias da Britolândia…

Estava tudo em ordem, tudo tranquilo…. mas a lavanderia disse que ia entregar nossos edredons e meu casaco ontem aqui em casa depois do almoço e minha mãe queria ir antes desse horário no super mercado e eu me ofereci para ir com ela… mas ela não quis que eu fosse junto pois a lavanderia tinha ficado de passar aqui e eu tinha que buscar as roupas e fazer o pagamento.

Eu ainda insisti para acompanha-la ao super pois o carrinho fica pesado e ela trazer isso até em casa sozinha não é legal mas ela não quis que eu fosse… e disse que qualquer coisa me ligava.

O telefone tocou e minha mãe tinha sofrido um acidente. Tinha caído no meio da rua. Um rapaz esbarrou nela carregando umas caixas de papelão e ela caiu no chão com o esbarrão.

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Nossa… foi trash o dia de ontem… ficamos o dia inteiro no hospital, ela levou pontos na boca… tá toda machucada…. tadinha. 😦

E eu estou cuidando mais do que nunca dela. Cheguei em casa, FUI NO MERCADO, dessa vez sozinha, comprar as coisas, comprei sorvete pra ela, comprei uma canjinha… trouxe pra casa pra ela comer…

Quando foi hoje acordei super cedo – ah, e a lavanderia só veio entregar as coisas hoje de manhã… – arrumei a casa, quando deu a hora do almoço fui comprar comida pra ela, voltei pra casa, trouxe a comida dela….

E aí nesse meio tempo todo eu tenho estudado pras minhas provas da semana que vem.

 

Tenho montado resumos, resolvido exercícios, lido lei seca, lido doutrina… anotações de caderno… tudo.

E mesmo assim eu só estou na metade de cada matéria.

Preciso dar um gás…. mas hoje é dia de levar minha mãe pra fazer exame ás 1:00 da manhã no hospital. Dia de fazer a tomografia.

Eu estudei o dia inteiro hoje nessas idas e vindas, cuidando da minha mãe, indo no shopping comprar meu livro novo… e voltando pra casa.

Dei um break aqui agora pra blogar e logo logo eu pego mais um pouco da matéria de Processo Civil pra terminar a 1º parte.

Acho que vou estudar até Embargos de Declaração, Agravo de Instrumento e Apelação aí já considero metade da matéria estudada…. nisso parto pra resolver exercício.

Aí conforme meu rendimento eu já parto pra segunda parte da matéria que são os recursos extraodinários e especiais.

De Civil – Reais, eu já estudei metade e fiz exercícios… agora falta pegar o que ainda não estudei da matéria e estudar pra depois resolver mais exercícios.

Hoje é quinta. Ainda tenho Sexta. Sábado. Domingo.

Melhor dar uma corrida.

kkkkkkkk