Um livro que eu recomendo… e estou doida pra começar a ler. <3

^_^

livrochu

 

uhhhh

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Today’s Mood.

 

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What I really need to do.

VOCE É CAPAZ.

 

O mundo não está acabando agora. Se algumas coisas não dão certo agora mais ali na frente abrem novas chances de outras coisas darem certo. E você VAI CONSEGUIR ALGUMA COISA DE POSITIVO PRA SUA VIDA BASTA ACREDITAR.

 

Não se preocupe a toa com resultados imediatos. Procure sim, investir sua energia nas coisas que você acredita mas saiba que mesmo que nem sempre você consiga vencer naquele momento mais pra frente existirão novas oportunidades e que se “THERE IS NO WAY YOULL MAKE A WAY”.

 

Foda-se! ACREDITA! Mesmo quando tudo parecer que não vai dar certo: ACREDITA! Porque mais cedo ou mais tarde VAI DAR.

 

E TODAS AS COISAS QUE FORAM SUAS DERROTAS NA VERDADE SERÃO O CAMINHO DA SUA VITÓRIA. ACREDITE NISSO.

 

TENHA FÉ. Que o impossível acontecerá.

 

Agora levanta a bunda dessa cadeira e VAI CORRER.

 

VAI BOTAR ESSA ANSIEDADE PRA FORA SUANDO A CAMISA. TRANSPIRANDO. CORRENDO. SUANDO. MORRENDO DE FALTA DE AR. QUERENDO BOTAR O PULMÃO PRA FORA COMO SE FOSSE A ÚLTIMA COISA QUE VOCÊ FOSSE FAZER NA VIDA. E A SENSAÇÃO É MARAVILHOSA! ENTÃO APROVEITA E VAI LÁ!

 

E DE RESTO: FODA-SE !!!!

 

A GENTE SÓ TEM ESSE MOMENTO. É TUDO O QUE TEMOS.

 

running

 

There is no finish line.

 

 

 

We teach girls to shrink themselves
To make themselves smaller
We say to girls
“You can have ambition
But not too much
You should aim to be successful
But not too successful
Otherwise you will threaten the man”
Because I am female
I am expected to aspire to marriage
I am expected to make my life choices
Always keeping in mind that
Marriage is the most important
Now marriage can be a source of
Joy and love and mutual support
But why do we teach girls to aspire to marriage
And we don’t teach boys the same?
We raise girls to each other as competitors
Not for jobs or for accomplishments
Which I think can be a good thing
But for the attention of men
We teach girls that they cannot be sexual beings
In the way that boys are
Feminist – the person who believes in the social
Political, and economic equality of the sexes

 

I WOKE UP LIKE THIS. FLAWLESS.

Normas penais em branco heterogêneas e o princípio da legalidade.

Normas penais em branco heterogêneas e o princípio da legalidade

Inicialmente, cumpre esclarecer que normas penais em branco heterogêneas são aquelas em que o complemento da referida lei é proveniente de fonte legislativa diversa da norma em branco. As normas penais em branco se configuram como um fenômeno recente do direito penal e têm adquirido cada vez mais espaço nas legislações penais contemporâneas. Tais normas são assim são chamadas porque não estão completas por si e exigem uma norma auxiliar para o perfeito entendimento do tipo penal.

Essa modalidade legislativa, contextualizando, pode ser vista como uma demanda da sociedade pós-moderna, na qual o direito penal assume um papel de gestor de riscos sociais. Com isso, o direito penal passa a ser visto como regulador dos setores sociais criadores de riscos, impondo, sob pena de sanção, que estes assumam condutas dirigidas a reduzir ou impedir o incremento do perigo de determinadas atividades. Esse fenômeno é chamado como administrativização do Direito Penal, por meio do qual o direito penal assume o papel do direito administrativo.

Como exemplo, pode-se citar o artigo 33 da Lei 11.343/06 (Lei de Drogas), onde o dispositivo do referido diploma legal é oriundo do Congresso Nacional e seu complemento se dá através da Portaria n. 344/98/MS, proveniente do Poder Executivo, mais precisamente da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que é uma agência reguladora, sob a forma de autarquia de regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde.

Para melhor visualização, importante se faz a transcrição do artigo da Lei 11.343/2006, citado no parágrafo anterior:

Art. 33.  Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar;

Neste diapasão, verificamos que as normas penais em branco heterogêneas afrontam cabalmente o Princípio da Legalidade, haja visto que, conforme exemplo supracitado, temos um ato do Poder Executivo, no caso, uma resolução da ANVISA, regulando e definindo o que é crime.

Dessa forma, para melhor entendimento do exposto, revela-se imperioso a transcrição do artigo 5o, II da Constituição Federal e do artigo 1do Código Penal, dispositivos que evidenciam a presença do Princípio da Legalidade em nosso ordenamento Jurídico:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

Art. 1º – Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal.

Assim, as normas penais em branco não estão em conformidade com o Princípio da Legalidade, haja vista que o referido princípio define que apenas Lei Ordinária Federal poderá definir o que é crime, e contra tal entendimento, as normas penais em branco heterogêneas, em diversos momentos no ordenamento jurídico brasileiro, acabam por definir determinadas condutas como crime.

Nestes termos, o conteúdo da norma penal em branco heterogênea poderá ser modificado sem que haja uma discussão amadurecida da sociedade a seu respeito, como acontece quando os projetos de lei são submetidos a apreciação de ambas as Casas do Congresso Nacional.

Neste sentido, relevante se faz a lição dos Mestres Nilo Batista, Zaffaroni, Alagia e Slokar, quando asseveram:

Não é simples demonstrar que a lei penal em branco não configura uma delegação legislativa constitucionalmente proibida. Argumenta-se que há delegação legislativa indevida quando a norma complementar provém de um órgão sem autoridade constitucional legiferante penal, ao passo que quando tanto a lei penal em branco quanto sua complementação emergem da fonte geradora constitucionalmente legítima não se faz outra coisa senão respeitar a distribuição da potestade legislativa estabelecida nas normas fundamentais. O argumento é válido, mas não resolve o problema. Quando assim se teorizou, as leis penais em branco eram escassas e insignificantes: hoje, sua presença é considerável e tende a superar as demais leis penais, como fruto de uma banalização e administrativização da lei penal. A massificação provoca uma mudança qualitativa: através das leis penais em branco o legislador penal está renunciando à sua função programadora de criminalização primária, assim transferida a funcionários e órgãos do Poder Executivo, e incorrendo, ao mesmo tempo, na abdicação da cláusula da ultima ratio, própria do estado de direito.

Registre-se, por oportuno, que o princípio da legalidade é o pilar do garantismo penal, fundamentado por Luigi Ferrajoli, que, parafraseado por Rogério Grecco, diz que:

A constituição nos garante uma série de direitos, tidos como fundamentais, que não poderão ser atacados pelas normas que lhe são hierarquicamente inferiores. Dessa forma, não poderá o legislador proibir ou impor determinados comportamentos, sob a ameaça de uma sanção penal, se o fundamento de validade de todas as leis, que é a Constituição, não nos impedir de praticar ou, mesmo, não nos obrigar a fazer aquilo que o legislador nos está impondo.

Por mandamento do princípio da legalidade a Administração Pública está vedada, segundo seus juízos discricionários de oportunidade e conveniência, a dizer o que é penalmente proibido.

Sobre o tema, é necessário mencionar a irretocável lição de Alberto Silva Franco, que ensina:

De nada valerá o reconhecimento, inclusive em nível constitucional, do princípio da legalidade, se o legislador produzir normas penais de conteúdo vago ou indefinido. É evidente, assim, que a técnica utilizada por ele na composição dos tipos penais assume uma importância capital para o sincero respeito ao princípio da legalidade. Como acentuou Rodriguez Mourullo, “pouco importa que se proclame programaticamente o princípio da legalidade, se depois não se determinam, com precisão e certeza, em distintas disposições legais, os pressupostos e as consequências. Sem esta segura determinação, o princípio nullum crimen nulla poena sine lege fica despojado de todo significado.

A imposição da vontade da Administração ou de outros órgãos que não passaram pela investidura de garantia da Lei em matéria criminal seria sintomática do próprio conceito de ato administrativo, que presta à manifestação de providências complementares à lei.

 

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Mulher Advogada – OAB Pinheiros.

Ebaaa!!! Apareci em um mooooonte de fotos da Palestra Vozes Femininas Contemporâneas do Direito promovida pela OAB Pinheiros na Alameda Lorena.

Olha só!!!!

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O último sorrisinho está meio amarelo porque eu tinha acabado de tomar café. Juro que meus dentes são mais branquinhos! Não desiste de mim. hhahahahahahahaha #boba

Pra conferir a cobertura fantástica completa desse evento feita pelo Walter, o fotógrafo oficial do evento, basta entrar nesse link:

http://www.7arts.com.br/web18/mulher-advogada–pinheiros-.html

Beijos,

Mah.

Técnicas eficazes para fidelização de clientes na advocacia.

Além de conquistar novos clientes na advocacia, é extremamente importante fidelizar aqueles já alcançados.

São eles que vão recomendar nossos serviços e nos confiar novos trabalhos. Entretanto, precisamos começar a compreender melhor qual é o papel do cliente para a profissão do advogado.

Não é incomum escutar colegas advogados queixando-se acerca das corriqueiras cobranças envolvendo os trabalhos que lhes foram confiados.

Ocorre que, sempre que estamos na posição de contratantes de um serviço, também somos invadidos pelo anseio de receber um pronto retorno das tratativas que estão sendo adotadas pelo prestador. Isso é uma característica inerente a qualquer contratante.

Fazendo uma analogia com a medicina, quando estamos doentes, apesar de reconhecermos nossa ignorância acerca da ciência médica, temos a necessidade de tentar entender o assunto, escutando do médico escolhido quais são as suspeitas do diagnóstico, qual será o tratamento adotado e em quanto tempo estaremos curados.

Acontece que, quando não ficamos satisfeitos com as respostas do médico ou não conseguimos assimilar a relação do tratamento com a cura, procuramos outro médico. Não é diferente com a advocacia.

O que precisamos entender é que o nosso negócio não é apenas advogar. Lidamos diariamente com vidas, com anseios, com investimentos financeiros, com expectativas e há necessidade de corresponder, conquistando a confiança e a fidelidade dos contratantes. Afinal, sem eles, para quem iriamos advogar?

Precisamos pensar a advocacia como um negócio e o cliente como uma peça fundamental para o sucesso, de modo que não há qualquer chance de prosperar se aquela peça não for mantida. Neste sentido, além de conquistar, precisamos saber encantar e fidelizar. Para isso, existem algumas técnicas preciosas e eficientes. São elas:

  1. Entender o negócio / necessidade do cliente

Identificar o que o cliente precisa, seja ele pessoa física ou jurídica, é uma premissa fundamental para alcançar sua satisfação. Devemos ser detalhistas, questionando tudo o que for necessário para o completo entendimento do negócio ou do problema vivido por ele. Isso demonstrará interesse e possibilitará, inclusive, que outros serviços sejam ofertados, buscando sempre agregar valor à situação vivenciada por ele, beneficiando todas as partes envolvidas.

  1. Manter uma agenda de feedback

Rotina. Essa é a palavra chave para solucionar de uma vez todas as questões sobre feedback dos serviços.

Separar um espaço na agenda (no mínimo uma vez no mês), para passar o status atual do serviço aos contratantes, informando quais foram as providencias adotadas durante aquele tempo e quais são os próximos passos é essencial. Isso deve ser feito mesmo nos casos que não tiveram nenhum andamento.

Para ajudar com essa tarefa, o uso de softwares que automatizam o envio de e-mails ou SMS é muito recomendado.

  1. Utilizar ferramentas de gestão para apresentar resultados de forma profissional

Faz parte da sua rotina apresentar resultados para seus clientes? Se a resposta foi negativa, é hora de mudar!

A apresentação de resultados é uma maneira imprescindível de demonstrar de maneira objetiva e profissional todos os dados envolvidos, com indicadores dos benefícios alcançados durante a prestação dos serviços, de forma a destacar o diferencial do advogado, o que será um habilitador para novas contratações. Devemos utilizar a estatística como nossa aliada!

Utilizar-se de ferramenta de gestão que possibilite a extração de informações de forma precisa é indispensável para um bom desempenho na apresentação.

  1. Criar um canal de comunicação

Já dizia o ditado: “Quem não é visto, não é lembrado”.

Enviar mensagens de aniversário e épocas festivas é uma forma de se conectar e fazer com que o cliente se sinta especial. Esse canal pode ser utilizado também para enviar novas teses, novidades sobre o seu escritório e notícias segmentadas que sejam do interesse do negócio dele, possibilitando novas contratações.

  1. Encantar no atendimento

O momento de reunião com o cliente deve exigir capricho!

Ir bem apresentável, olhar nos olhos e ter sempre um sorriso no rosto é o básico. Ele precisa ser surpreendido. Oferecer um lanche e um café durante a reunião ou até uma lembrança do escritório o fará se sentir especial e ficará no seu subconsciente. Mas a técnica não se resumo apenas a isso; o cliente fica encantando quando entende que os benefícios recebidos com o serviço contratado são superiores aos valores que estão sendo despendidos por ele.

  1. Manter a confiança

A confiança é a base do relacionamento e pode ser destruída em uma única atitude, por isso, é extremamente importante atentar para o sigilo profissional e para a ética, que sempre devem nortear todas as relações interpessoais.

Devemos sempre pontuar os riscos e fatores de cada opção a ser seguida em busca da soluçãopara o problema do cliente, mas a decisão SEMPRE deve ser dele.

  1. Não prometer o que não é possível

Não existe nada mais irritante do que promessas não cumpridas.

Devemos nos comprometer com prazos que poderão ser efetivamente executados para que a expectativa do contratante não seja frustrada, além de NUNCA garantir vitória em um processo que depende de uma interpretação que não é nossa. A honestidade é considerada pelos clientes como um fator essencial para a contratação de um novo serviço.

Por fim, mas não menos importante, devemos nos valer das programações neolinguísticas e tratar o cliente da mesma forma que gostaríamos de ser tratados. Entender que a advocacia também é um negócio é fundamental. Comece já e bons negócios!

 

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7 tendências de tecnologia jurídica para 2018 – é hora de inovar!

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Nenhum escritório cresce sem acompanhar as melhores práticas do mercado. Siga as tendências de tecnologia jurídica e esteja na vanguarda

As previsões não são uma ciência exata e sempre incorporadas a tendências globais. As tendências em 2018 serão as mesmas tendências que moldaram a prática da lei em 2017, e ainda estarão moldando a prática da lei em 2019.

Prever a escala de tempo é sempre um desafio. No entanto, haverá algumas tendências-chave que provavelmente irão acelerar em 2018.

Essas tendências de tecnologia jurídica não desaparecerão após esse ano, mas podem dar o impulso inicial para uma aceitação mais ampla de certas tecnologias, produtos e desenvolvimentos.

Confira:

1 – Concentre-se em procedimentos e processos

Muitos advogados perceberam que gastar muito tempo com foco em certas tecnologias “modernas”, como AI e blockchain, podem ser prejudiciais à transformação digital. A transformação digital requer uma abordagem holística.

A transformação digital pode ser definida como: “A transformação digital é a profunda transformação das atividades, processos, competências e modelos empresariais e organizacionais para alavancar plenamente as mudanças e oportunidades de uma combinação de tecnologias digitais”.

Portanto, é importante focar também nas partes menos atraentes da transformação digital: processos e procedimentos. Uma vez que as tendências de tecnologia jurídica se estabeleceu, escritórios de advocacia e departamentos jurídicos terão que se concentrar e envolver esforços para analisar processos internos para identificar margem para melhoria em 2018. Isso pode não ser extremamente emocionante e atraente, mas um passo em frente necessário.

2 – Chatbots

Foi relatado na FutureLaw 2017 Conference of CodeX que os fundadores de vários chatbots já arrecadaram mais de US $ 170 milhões em fundos combinados. Esta corrida do ouro mergulhará no mercado jurídico e atingirá em 2018 .

Os Chatbots surgiram como úteis ferramentas e uma das tendências de tecnologia jurídica na coleta de informações e no avanço de soluções legais em diversas áreas.

Os Bots são uma maneira intuitiva e automatizada de fornecer as FAQs de maneiras sofisticadas. Até agora, esses chatbots são conhecidos principalmente no setor de suporte ao cliente. Veremos que os chatbots deixarão o setor de atendimento ao cliente puro e darão conselhos em muitas situações de vida diferentes. O alcance dos chatbots provavelmente abrangerá duas áreas bastante diferentes:

Acesso à Justiça: Chatbots ajudará os cidadãos que não tiveram acesso aceitável à justiça no passado. Particularmente em áreas onde ocorre um elevado número de casos relativamente semelhantes com baixo valor econômico.

Escritórios de advocacia e prestadores de serviços alternativos vão implantar chatbots para seus clientes para melhorar a comunicação e oferecer avaliações jurídicas rápidas e descomplicadas. Os serviços automatizados já trouxeram benefícios de conveniência e acessibilidade e, assim, mudaram a maneira como os advogados negociam com seus clientes.

3 – Aceitação ampla da computação em nuvem

Não há dúvida, a tecnologia da nuvem causará grandes distúrbios para muitos setores, incluindo o jurídico.

As empresas e os departamentos jurídicos não precisam mais construir sua infra-estrutura de TI para lidar com a necessidade máxima e depois duplicar isso para fins de recuperação de desastres e continuidade de negócios.

Em 2018, a computação em nuvem utilizada pelos advogados aumentará a tecnologia e os provedores legais de computação em nuvem estão se tornando cada vez mais familiares em outras áreas de negócios.

O setor jurídico não está na vanguarda da computação em nuvem, mas começará a usá-la de forma mais ampla: a computação em nuvem será usada para alguns aspectos da gestão de um escritório de advocacia ou departamento jurídico. Alguns irão usá-lo para cobrança, outros para rastreamento de tempo ou armazenamento de documentos, e outros o usarão para todas essas funções usando um sistema de software de gerenciamento de práticas de direito completo baseado na web.

4 – Gerenciamento de big data

O número de dados gerados no mundo está crescendo rapidamente. Cerca de 90% dos dados que existem hoje foram criados nos últimos dois anos. O volume de informações é gigantesco, mas nem todos estão preparados para analisá-las.

Apenas 20% dos dados existentes hoje são aproveitados. A tendência, portanto, será cada vez mais explorar essas bases de maneira inteligente para gerar valor e vantagem competitiva, criando melhores recomendações e segmentações.

O processamento das informações tende a evoluir muito em 2018, permitindo não só encontrar as informações mais relevantes e precisas dessa montanha de dados, mas também usá-las para gerar ações em tempo real para usuários, como feedbacks e recomendações. Essa experiência dá ao usuário uma sensação de que tudo é personalizado para ele.

5 – Sistemas cognitivos e machine learning

A melhora da experiência do usuário nas plataformas online e a tomada de decisão dos escritórios terá muito a ver com o machine learning e sistemas cognitivos nos próximos anos.

Sistemas cognitivos existem em serviços como o Watson, da IBM, que interpretam uma enorme quantidade de dados e conseguem tirar conclusões a partir deles. Em alguns anos a maior parte das decisões que tomamos terão o apoio de sistemas cognitivos, uma vez que o volume de dados será grande demais para um só ser humano analisar.

Assim como alguns de nós já se acostumaram com a experiência do algoritmo do Google, que cada vez mais nos dá sugestões de buscas mais precisas, acharemos normal a inteligência por trás de ofertas e recomendações. Essas soluções serão melhoradas e o machine learning estará no centro das tecnologias disruptivas dos próximos anos. Os carros autônomos são um bom exemplo desta tendência.

6 – Novas formas de marketing Jurídico

O marketing é uma área muitas vezes negligenciada e subvalorizada que também muda rapidamente devido à mudança de comportamento e expectativa do cliente. Os advogados precisam embarcar novas formas de “encontrar” os clientes. As formas antigas não funcionam mais. No entanto, os advogados devem ainda utilizar abordagens tradicionais para anunciar seus negócios e se relacionarem com seus clientes.

Os advogados muitas vezes faltam quando se trata dos mais recentes truques e tendências de marketing. É esperar que os advogados se recuperem em 2018 e se preocupar menos com as tendências de design e começar, por exemplo, concentrando-se nas experiências de seus clientes no site da empresa.

Isso forçará os advogados a investir tempo para produzir conteúdo e liderança de pensamento. Os advogados prestarão atenção às avaliações on-line e conscientemente cultivarão suas reputações on-line.

7 – Segurança

As questões de segurança serão primordiais em 2018. À medida que a mobilidade e a computação em nuvem ultrapassam o uso tradicional de arquivos de papel, a segurança deve ser uma grande preocupação para o setor legal este ano.

Atualmente, não existe um padrão formal no setor, mas entre as tendências de tecnologia jurídica para a segurança de dados na nuvem está a colaboração em um ambiente seguro, que se tornará cada vez mais desejável em 2018.

Os advogados buscarão alternativas mais seguras, com os portais de comunicação on-line vistos como uma das opções mais viáveis ​​e acessíveis para compartilhamento e comunicação seguros com os clientes.

Fonte:

https://blog.avisourgente.com.br/tendencias-de-tecnologia-juridica/