Que perigo…

Será que existem os PiriGuetos? Uma versão masculina das PiriGuetes?

Bem, ontem fiquei chocada com uma notícia.
Uma pessoa foi assaltada e rolou um sequestro relâmpago.
Levaram a pessoa de carro pra uma favela do Rio de Janeiro, e tomaram todas as coisas de valor como Blackberries, celular, relógio…

Imagina a situação.
Você, dentro de um carro. Com uma arma apontada pra sua… ish!
Deus nos proteja!

Por isso, retirei o post que havia colocado ontem aqui no blog sobre as tais marcas undergrounds que propagam esse tipo de violência, gangues de rua, organizações criminosas que só fazem mesmo é um ciclo de maldade e violência incessante á nossa sociedade.

Na minha opinião, uma coisa é voce realmente fazer parte de uma realidade, de ter nascido, crescido em um local mais humilde (mesmo!) como existe aquele programa da Mtv que mostra moradores dos subúrbios americanos… isso óbvio que cria uma cultura, uma forma de se vestir, de se trajar… e da mesma forma existe também aqui no Brasil uma cultura social e que vamo combinar que a poucos Fashion Rios passados a Afroreggae desfilou suas ideias e seu trabalho de excelente bom gosto, conceito e contexto.
Ou seja, cultura acontece aqui, acontece lá fora, em qualquer lugar.

Acho diferente usar uma roupa/marca que carregue o conceito de neighborhood e outra que apenas carrega uma mensagem de violência ou de pura maldade.

Anyway… ficam aqui expressas as marcas que mencionei para quem quiser procurar pela web, por livros, o que for e tirar suas próprias conclusões:

Crooks and Castles
Joker

Thug 9 (Vocês não acham que as estampas das camisas femininas são muito mais rockrs e que não tem nada a ver com a proposta da marca? mais puxada pro lado Yo! da coisa?)

Continuando o comentário sobre a parte feminina da marca Thug9,  geralmente quando se faz uma marca streetwear o foco é o masculino e não sei por que raios inventam de fazer uma linha feminina.
Homem-homem fazendo roupa pra mulher… claro.
E ainda, a propaganda é voltada pro publico masculino que tem a ver com a linha de roupas masculina e o publico feminino fica onde? Como a marca se comunica com as mulheres que não se vêem inseridas no conceito da marca? Ao menos não diretamente…. 😉

Assim, existem muitas outras marcas streetwear, urbanas e undergrounds (ou nem tanto!) que fiquei conheçendo a partir de um livro elaborado por Steven Vogel, que através de entrevistas com quarenta marcas que se destacam na moda urbana conta como elas podem ter  sido sua história, como surgiram, qual conceito e quem faz parte delas.
O livro vem recheado de ícones da moda urbana como tênis esportivos, t-shirts, skateboards ou snowboards.

Esse cara, o Steven Vogel é responsável pela exposição Untitled que aconteceu no evento da Bread and Butter que rola em Berlim e em Barcelona.

O site da feira de moda urbana é:  http://www.breadandbutter.com/

E pra concluir, os links das tais marcas, que conheci pelo livro ou não, que  mais me chamam atenção:

Burton

CommonWealth

In4Mation

Married to the Mob

Know1edge

Perks and Mini

The Quiet Life

Então galera, leitores queridos e afáveis. Fico por aqui. E lembrem-se:

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