últimos estudos pro último encontro do GEA. :)

A visão que se tornou o ponto central do funcionalismo americano foi a teoria de que a psicologia não tem como meta a descoberta dos elementos da experiência, mas sim o estudo sobre a adaptação dos seres humanos ao seu meio ambiente. A função da nossa consciência é guiar-nos aos fins necessários para a sobrevivência.
Bem jurídico: é o bem tutelado pelo direito penal, que será de máxima importância para a convivência pacífica humana.

 

Como que eu vou harmonizar o jus puniendi – que é o poder de punir do Estado – com o meu uis libertatis – que é minha expressão de liberdade de me comportar infringindo ou não as leis penais sendo que o conceito de bem jurídico ainda não é um ponto pacífico na doutrina? No Direito Penal?

 

A crítica do funcionalismo psicológico:

 

Como pode ser visto acima, o programa de funcionalismo psicológico consiste em duas partes intimamente ligadas, a saber: mentalismo (a concepção da mente como substância) e a concepção causal da conduta (ou seja, a concepção da conduta em termos de crenças e desejos).

 

Não obstante a conexão interna desses dois elementos, a que se acaba de fazer menção, é preferível fazer uma análise separada.

 

  1. O mentalismo

 

A crítica de Putnam

 

Putnam definiu o mentalismo como “a última expressão de uma tendência mais geral na história do pensamento, a tendência a pensar que os conceitos são entidades da mente ou o cérebro cientificamente descritível ( psicologicamente reais).

 

A partir dessa ideia, há cercado uma série de objeções ao mentalismo que, procedendo de quem pode atribuir-se a paternidade do programa funcionalista, constituem um sério desafio a sua plausibilidade. (incluindo a sua plausibilidade remota).

 

  1. O holismo do significado

 

A ideia que o significado é holístico, (isto é, a ideia de que as palavras e as orações não podem confrontar-se com seus objetos uma a uma, senão através de corpos completos de enunciados) se atribui geralmente a Quine, embora tenha por trás disso uma longa história, a que ele próprio se encaminha.

 

Essa ideia, segundo Putnam, se opõe, em primeiro lugar “as tentativas positivistas de mostrar que todos os termos que podemos compreender podem ser definidos a partir de um grupo limitado [os termos observacionais] E consequentemente, se opõe á tendência segundo a qual a definição é o meio pelo qual se explica ou se fixa o significado das palavras. Frente á definição dos termos por meio da especificação do objeto a que se fazem referência ou através de um sinônimo que se fala, desde Bentham, do procedimento que ele denominou paráfrase (a definição contextual) que consiste em mostrar por qualquer que seja os meios para traduzir as sentenças com que se deva usar-se os termos.

 

E, em segundo lugar, torna-se incompatível com a ideia de que o significado de uma oração possa determinar-se por uma regra que estabeleça que situações empíricas pode afirmar-se a oração, pois qualquer classe de oração precisa ser interpretada antes de prosseguir o confronto com a experiência.

 

  1. o caráter contextual e interativo do significado

 

O significado dos termos depende de sua referência objetiva em um mundo público: se estabelece, na interação com outros oradores e não pode vir determinado por representações mentais privadas. Bem talvez o orador veja coisas azuis verdes, ou coisas verdes azuis; mas, se seus termos de azul e verde coincide com os dos demais, sua sensação particular não desempenha nenhum papel na constituição do significado dos termos que emprega.

 

E o mesmo acontece se, do uso dos termos, passamos para as das orações. Como assinala Quine “a velha tendência de associar as sentenças de observação com uma matéria sensorial subjetiva é deixada um tanto tingida de ironia quando refletimos que se estima assim mesmo que as sentenças de observação devem ser um tribunal de intersubjetivo das hipóteses científicas.

 

Parece que participa a razão de Davidson quando conclui que o único objeto que cumpriria os requisitos gerais de estar diante da mente e determinar também qual é o conteúdo de um pensamento teria que, como as ideias e impressões de Hume, ser o que parece e parecer o que é. Não há tais objetos, nem públicos nem privados, nem abstratos nem concretos.

 

  1. A historicidade do objeto

 

Para que nós possamos fornecer um repertório inato de noções, que incluem carburador, burocrata, energia potencial, etc., como o exige a versão fodoriana da Hipotesis do Inato, a evolução teria que ter sido capaz de antecipar todas as contingências dos entornos físicos e culturais futuros. Obviamente não fez nem faria.

 

Nenhum aprroach funcionalista parece poder superar totalmente as objeções descritas. E em qualquer caso, todos os funcionalismos prosseguem na prática de cabeça pra baixo do que prescrevia seus programas epistemológicos: não deduzem as linguagens naturais do conhecimento da “lingua mentis”, senão que, do conhecimento das linguagens naturais, inferem a existência de uma “lingua mentis”, com que esta deixa de ser uma entidade, cuja percepção interna nos facilita o conhecimento das linguagens públicas para converter-se em linguagem metafísica, que visa explicar como saber o que, é claro, de outras maneiras, sabemos.

 

E isso é bem, não parece ser de outro jeito, a lingua mentis parece ser um bom candidato para receber um corte de navalha de Occam.

 

 

  1. Apogeu e Crise do Mentalismo

 

Se o mentalismo, como atitude teórica, tem podido manter-se, e prevalecer ao longo do tempo é porque no seio da tradição cientificista empunha uma resposta para o problema da subjetividade e consequentemente, e para ele – no menos árduo – da tradução.

 

Porque a concepção substancial da mente, até agora exposta e criticada não se esgota na afirmação de que a mente é uma substância, senão que comporta as afirmações derivadas – embora não possam, sem mais deduzir-se da primeira – de que os estados da mente são estados da substancia mental y de que o acesso privilegiado de que cada sujeito tem a seus próprios estados mentais implica uma experiência interna, na que lhes são dadas as características de sua própria substancia mental.

 

Partindo da ideia de intencionalidade da consciência (formulada por Bretan e Husserl) pode expor-se com claridade a troca na concepção da mente envolto nas ideias – já expostas – de que o significado se refere ao mundo público e é histórico e interativo.

 

A consciência é intencional porque é a consciência de um objeto. E a questão anterior é que se trata de um objeto na mente. “Todo objeto em geral”, disse Husserl, “significa uma estrutura regular do ego” transcendental. Como objeto de sua representação, como objeto de sua consciência e, por mais que seja, significa, no momento, uma regra universal de todas as outras consciências possíveis dela, possíveis dentro de um tipo predeterminado em sua essência.

 

 

7 sugestões de temas para TCC na área criminal.

Dentre os desafios que o estudante de direito enfrenta no decorrer do curso, a escolha do tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é, talvez, a decisão mais difícil a ser tomada. Com o intuito de auxiliar os estudantes nesta difícil etapa, a Redação do Canal Ciências Criminais preparou uma lista com 12 sugestões de assuntos atuais e de extrema relevância que podem ser abordados nas monografias.

Abaixo de cada item, há a indicação de artigos publicados no Canal Ciências Criminais relacionados aos temas:

1) Expansão do Direito Penal e controle de fluxos migratórios na contemporaneidade

Mixofobia: Por que a Europa tem medo dos migrantes?

Sobre descasos e excessos: Direito Penal e imigração na União Europeia

2) Responsabilidade penal frente à nova criminalidade

Responsabilidade penal da pessoa jurídica: a visão europeia

Teoria do domínio do fato na Ação Penal 470

3) A crise da execução penal no Brasil

O fim do semiaberto e a vitória da sociedade

A atuação do advogado criminalista na execução penal

4) Lavagem de dinheiro e a teoria da cegueira deliberada

Teoria da cegueira deliberada e o crime de receptação

Lavagem de dinheiro: todo mundo fala, mas será que todos sabem o que é?

5) Crimes digitais e a discussão sobre (in) adequação dos tipos penais

Crimes digitais: do que estamos falando?

Crimes digitais e os vírus computacionais

6) Sistema penitenciário brasileiro e efeitos da prisionização

Diário de um agente penitenciário: o início de tudo

Experimento de Stanford: os efeitos devastadores da pena de prisão

7) Audiência de custódia no processo penal brasileiro

Audiência de custódia: será o fim dos abusos cometidos pela polícia?

Audiência de custódia e o jeitinho brasileiro

Na próxima semana teremos mais indicações de temas!

Fonte: Canal Ciências Criminais

 

Em busca de inspirações para Looks de Trabalho Estilosos!

Essa semana eu comecei a procurar novas inspirações na vida e observando alguns perfis no Instagram eu percebi que algumas meninas se destacam muito por construir um estilo pessoal muito original e marcante.

Eu fiquei muito animada com essa ideia e resolvi iniciar um post com fotos de pessoas muito estilosas vestidas para trabalhar que eu encontrei na região da Avenida Paulista, mais especificamente ali pela Alameda Santos e tal, aquela região super aconchegante onde as pessoas costumam almoçar 🙂

A primeira pessoa do post – que está sendo construído, pois hoje foi difícil achar mais pessoas além dela – foi a querida Camila 🙂

Camila

Super simpática, Camila nos contou que adora combinar peças clássicas com modernas e concordamos que as pessoas tem uma ideia de que por trabalharem em escritório, às vezes, elas pensam que tem que usar mais aquela coisa de calça social, blusa social, sapatilha e não fogem muito disso… porque o ambiente é muito conservador…. mas que o legal é justamente dar essa quebrada com algo estiloso no look.

O que mais me chamou atenção no look da Camila foi a anckle boot dela de oncinha maravilhosa! Que me lembrou muito uma referência de estilo que eu estava salvando esses dias:

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A Camila estava super estilosa e bem humorada! Viva! 😀

Agora o próximo passo é fotografar mais pessoas estilosas com looks de trabalho, conversar com elas sobre estilo e tentar aprender com elas a ser mais estilosa também.

Afinal, pessoas nos inspiram!

Não se governa com o verbo. Há um ditado da sabedoria mineira que diz: quem fala muito dá bom dia a cavalo.

Antônio Cláudio Mariz de Oliveira*, O Estado de S.Paulo

31 de julho de 2019 | 03h00

Governa-se, ou deveria ser assim, com ações. As palavras servem para explicar e justificar as condutas. Ambas, ações e palavras, devem ser precedidas de reflexões, análises e ponderações. A palavra pode preceder a ação, mas se esta não for efetivada ou se não estiver consentânea com o que foi dito e anunciado, a palavra será desvalorizada, e o seu autor ficará desacreditado.

Ademais, pensamentos e ideias devem estar previamente alinhados com projetos de interesse coletivo, e não representar desejos pessoais, desalinhados dos anseios da sociedade. Não havendo esse alinhamento, melhor seria o silêncio.

No entanto, como não se tem silenciado, ao menos em respeito ao dia que começa, as entrevistas nos cafés da manhã deveriam ser transferidas para os chás da tarde. Em vez de permanecerem vivas na lembrança dos interlocutores durante todo o dia, essas entrevistas dadas no final da tarde só maltratariam a memória por poucas horas.

Por vezes o conteúdo dos pronunciamentos não é confirmado no dia seguinte, a pretexto de terem sido mal interpretados, ou de terem sido deturpados pela imprensa. Quando a matéria escapa de seu entendimento, ele cria polêmicas por meio de questionamentos incabíveis e inadequados, ou a substitui por questões menores e sem interesse. Em ambas as hipóteses todos os que tomaram conhecimento de sua fala ficam perplexos e confusos.

Uma marca desses pronunciamentos é a capacidade que têm criar desavenças e desarmonias. Em regra contêm um caráter negativo, contestatório de conceitos e opiniões que já estão sedimentados na cultura social.

Temas os mais variados, alguns singelos e de fácil compreensão, outros complexos, passaram a ser alvo de contestação desprovida de explicação racional, que acaba provocando acirradas polêmicas e um grande desconforto, que atinge até mesmo os seus mais próximos colaboradores.

Em lúcido, oportuno e esclarecedor editorial, O esgarçamento do tecido social (21/7, A3) O Estado de S. Paulo retratou com exatidão as consequências desse comportamento que utiliza a palavra a esmo, sem base fática ou sem uma exata correspondência com a realidade. A primeira delas é a disseminação de um clima de intolerância, polarização, discriminação, “diminuição das liberdades e tantos outros retrocessos civilizatórios”. Esses efeitos atingem de maneira frontal, conforme com razão afirma o jornal, um dos objetivos da República, que é “construir uma sociedade livre, justa e solidária” (artigo 3.º, I, da Constituição). Após ponderar que o estímulo à dissidência e à divisão do País não é iniciativa atual, pois governos anteriores já dele se utilizaram, o editorial realça que tal fato não autoriza a sua repetição, ao contrário, obriga à sua extirpação como política e método de atuação.

Qual misterioso motivo o leva a contrariar o bom senso, o senso comum, enfim, a racionalidade, e a transformar suas ideias e palavras em manifestações de absoluto nonsense.

Assim, o fim do controle da velocidade nas estradas, a desnecessidade de cadeiras para as crianças nos automóveis, o apoio ao trabalho infantil, o seu desejo de substituir as tomadas trifásicas, a não cobrança de taxas em Fernão de Noronha (todos os países do mundo cobram em lugares turísticos), a pouca ou nenhuma preocupação com o meio ambiente, com a educação e com a saúde colocam-no como se observa, na contra mão do querer da sociedade. Ademais, parece que tudo o que lembra democracia, liberdade e aprimoramento das instituições e da sociedade não é do seu agrado: participação popular nos conselhos, existência de conselhos de controle profissional, existência do Exame de Ordem, sua aversão pelas ONGs, ataque à imprensa e a certos jornalistas, indisposição com governadores de regiões do País, pregação contra o “perigo do comunismo”, que não passa de mera invencionice, desapreço pela cultura e pela liberdade de criação artística.

Existem muitas outras manifestações que se colocam contra o bom senso, contra a lógica e contra a vontade popular. A lista é interminável, pois diariamente é acrescida de afirmações, comentários, conclusões, ataques impensados e improcedentes, lançados sem nenhuma objetividade e finalidade. As palavras utilizadas, desprovidas de reflexão, são jogadas ao léu. No entanto, preocupam, pois, embora por vezes desprovidas de lógica e de racionalidade, elas acarretam consequências, pela relevância do cargo ocupado por quem as pronuncia. Causam apreensão, discórdia, insegurança e por vezes temor.

Saliente-se que a sua intensa atividade verbal se mantém sempre distante das reais necessidades, dos anseios e das aspirações do povo brasileiro.

Estava me esquecendo das armas. O mundo quer o desarmamento. Em pesquisa recente a sociedade brasileira mostrou igualmente ser contra as armas. No entanto, promessa de campanha e conteúdo de discursos, a apologia da sociedade armada transformou-se num dos principais acordes da orquestra governamental. O maestro e seus músicos pregam que a sociedade estará mais segura se os seus integrantes, da criança ao idoso, estiverem bem municiados e treinados.

Alardeiam que armados nos poderíamos defender. Talvez, se os assaltantes nos avisassem com antecedência do assalto e pudéssemos nos entrincheirar… E aí teríamos no País intermináveis e emocionantes tiroteios. Como eles não nos comunicam do ataque, continuaremos a ficar impotentes, ou seremos mortos caso reajamos.

Aliás, se pudéssemos ouvir o grande e inesquecível Garrinha, ele diria do alto de sua sabedoria de homem primário e tosco, mas intuitivo e de bom senso: “Andar armado, só se combinarmos com os russos antes”.

Há um ditado, verdadeira máxima, reflexo da sabedoria mineira, que diz: “Quem fala muito dá bom dia a cavalo”. Significa que o excesso no falar transforma a fala em nonada, pois de tanto se falar ninguém mais dá valor à palavra falada.

*ADVOGADO CRIMINALISTA

Um pouco sobre Sinais de Riqueza na Moda.| Por Lilian Pacce.

 

Acho que minha opinião sobre esse vídeo é que ele expõe muito uma visão focada no homem executivo como padrão de estilo dizendo que ele cria um uniforme pra criar uma certa identidade pra ele e que isso varia de casos em casos conforme vemos o Steve Jobs de um lado e o Barack Obama de outro mas que por um lado existem outros que fogem á regra e outra pessoa é citada no vídeo.

Só que como a própria Lilian fala, ela está falando a respeito do mundo da Moda… e de um mundinho… e que existe muito conservadorismo…

E eu senti falta de expor as mulheres mais ricas e poderosas do mundo porque aí você veria o conservadorismo dessas esferas de poder e tomadas de decisão.

Porque os exemplos femininos mostrados no vídeo passam uma ideia muito assim pra gente como se a gente tivesse liberdade de se vestir do jeito que a gente quisesse sabe ou de moletom ou de tênis Balenciaga pra ir trabalhar… e tipo não que eu não pudesse – ou quisesse – melhor dizendo, usar e ter esse estilo nas minhas horas vagas né? Mas no dia a dia minha roupa será mesmo corporativa.

Então ela vai me exigir um bom caimento, um bom corte… ela vai ser estruturada… ou seja…

Como ser mulher e criar um uniforme tal qual os homens fazem?

Meio missão impossível né? Não só pelo referencial de que temos muito menos mulheres em posições de liderança como também parece que vemos na mulher algo como “tenha mais looks”.  Algo que diga mesmo para as mulheres que elas devem se preocupar mais com a aparência delas do que os homens.

É um bom debate.

Por que ainda digo mais…

Esse cara que é lá britânico… do Brexit… na posição que ele ocupa sair numa foto com essa roupa pra correr. Todo mundo achou engraçado, polêmico e tal.

E se fosse uma mulher? Que tivesse feito a mesma coisa? Como seria a reação das pessoas? Uma mulher na mesma posição dele, saísse com uma roupa nesse estilo pra correr. O que as pessoas falariam?

Pois é.

 

 

Review – Produtinhos de Beleza.

Oi gente!!!! Tem tempo que eu não venho aqui postar os produtinhos que tenho usado pra beleza… mas é que eu realmente estava sem meus produtos porque eles tinham acabado.

Mas aí eu dei um pulinho lá na Liberdade, bairro da comunidade japonesa aqui de São Paulo, e fiz umas comprinhas lá na Ikezaki – a loja babadeira de produtinhos de beleza aqui da cidade.

Só tem um porém nessa história toda: a Ikezaki não trabalha mais com produtos importados, então quando eu fui procurar o meu serum da John Frieda ele não estava mais lá pra vender e eu tive que ir em outra lojinha em frente á Ikezaki chamada Loretta, que lá agora é uma loja nova e cheia de coisas incríveis.

Então essas foram as coisas que eu comprei pra dar um tapa no visual pelos próximos meses:

  1. Apertem os Cintos!

Lola

Esse produtinho foi a única coisa que eu comprei na Ikesaki pra falar a verdade, as outras coisas eu comprei na Onofre e na Loretta.

Como esse reparador de pontas é ótimo eu já levei logo 3 potes. Ele é tipo um leave-in que você passa no seu cabelo úmido e deixa o cabelo secar sem precisar passar secador nem chapinha. É ótimo pra quando você tá com pressa e precisa tomar aquele banho rápido e arrumar o cabelo com pressa e aí você sai do chuveiro, passa lá a toalha no cabelo e passa esse leave-in e só seca a franja pra ela ficar lisinha e já era. O cabelo fica perfeito.

Claaaro….. se você quiser um cabelo lisão perfeito vai ter que fazer uma escova e tal e usar outros produtos mas esse é pra dias rápidos. É uma mão na roda. Vale muito a pena.

2.  Hair Growth

cabeloscrescer

Esse foram comprados na Onofre, que é uma farmácia um pouco mais carinha mas que tem tudo que é tipo de produto top do mercado.

Esse kit é bárbaro … realmente faz o cabelo crescer mais rápido. Eu só tinha que tomar mais banho com mais frequência mas nesse inverno de Sampa tá difícil HUAHAUAHUAH

Tô brincando tá gente… daqui a pouco tô entrando no banho.

É que tem que fazer a máscara toda vez que usar o shampoo e o condicionador pelas primeiras vezes, aí depois de um tempo dá pra espaçar mais… tipo de 1 em 1 semana fazer a máscara… aí nesse inverno fazer touca é brabo.

Mas eu já usei essa máscara uma vez desde que comprei (hahahahah dá pra perceber como eu tomo banho HUAHAUHAUAH) e eu gostei do resultado, ela deixa o cabelo bem sedoso, macio, brilhoso… o cheirinho dela é bom mas não é forte e fica no cabelo durante um bom tempo. A textura dela é cremosa mas não fica melecada na mão nem grudenta … e você usa só um pouquinho e já cobre o cabelo todo.

3. Máscaras Faciais

facial

Bem, esses produtinhos eu também encontrei na Onofre… geralmente eu compro máscaras faciais em farmácia mesmo… até tem na Sephora mas eu nunca fui lá ver pra comprar porque sei que vão ter umas muito fodonas e caras e eu vou querer comprar aquelas merdas e gastar 300 reais na Sephora com máscara… então eu nem vou.

Vou em farmácia mesmo que eu compro cada mascarazinha por 15, 16 reais e já era. Que assim eu vou variando as máscaras e uso uma vez só… acho mais prático… do que comprar um pote de 300 reais…

Eu não tenho rotina de beleza… tipo segunda faço isso ou tipo toda semana eu faço tal coisa…. eu já fui mais assim quando o cabelo tava mais curtinho que eu fazia uns ciclos de hidratação e reconstrução nele… mas pra pele só no verão que eu procuro ter mais cuidado fazendo a pele todo dia com protetor solar 70 que já vem com base.

Nisso, no inverno eu procuro ver quando a pele tá ficando ressecada e eu costumo ver isso pelo ressecamento que surge perto da minha sobrancelha… quando vejo que eu passo maquiagem e ali naquele cantinho eu passo a base e ela fica meio esfareladinha é porque a pele não está hidratada o suficiente então é porque já está na hora de fazer umas máscaras de pele de hidratação pra pele dar aquela recuperada porque tá seca demais.

Então vou fazendo as máscaras de tempos em tempos. Meio que frequentemente…

Eu comprei 3 máscaras diferentes. Mas já usei uma e só tirei foto dessas duas. A outra era aquela famosa toda pretona acho que é a Carvo. Eu achei que ela fosse mais consistente achei ela muito ralinha quando apliquei na pele (a Carvo) mas depois que tirei a pele tava incrível do mesmo jeito. Super macia… gostosa de passar a mão.

4. Protetor

protetor

Esse é o protetor que eu uso todos os dias mesmo no inverno porque ele também protege das luzes frias que tem em casa ou na tela do computador e celular 🙂 E os raios UVA/UVB e os raios do caralho todo. HUAHAUHAUAHAU

Ele é ótimo… tem uma textura também cremosa, já vem com base, tem pra todos os tons de pele… e é legal pra quando você vai usar a maquiagem passar um pouquinho ou antes da base ou depois da base depende do tom da base que você tem.

Por exemplo eu to com uma base mais clara que meu tom de pele então eu passo a base que é muito branca e depois passo o protetor que dá uma leve bronzeada na pele e tira a cara de fantasma…

Taí … nunca pensei se era melhor passar antes ou depois da base se os tons forem os mesmos. Isso eu não sei dizer. 😦

Mas é bom, usem. HUAHAUHAUAHA

5. Make Baratinha

Makebaratinha

Essa make foi bem baratinha… comprei na lojinha Loretta na Liberdade e acho que a melhor coisa dela é que ela deixa a maquiagem bem natural… ela é bem clarinha não pega uma cor tão forte na pele…. um é um pó compacto pra passar na pele depois da base que dá uma leve bronzeada na pele, o outro é um pó dourado tipo um iluminador meio bronzant e o outro é um iluminador rosé-gold líquido que deixa a pele toda rosinha lindo demais. ❤ E o outro tubinho é a base que acabei comprando meio errado um tom abaixo da minha pele.

6. Serum da minha vida.

serum

E esse é o serum da minha vida que eu to com medo que eles parem de vender aqui no Brasil porque eu já to com dificuldade de achar ele pra vender aqui em São Paulo! 😦

Mano do céu! O que vai ser da minha vida sem esse produto? =~

Eu já uso a mais de 15 anos.

Poxa, vendam mais!

7. Luminus Hair

luminus

E pra fechar o review e o combo de produtos de beleza pros próximos meses… o queridinho da vez… o Luminus Hair.

No ano passado eu raspei o cabelo e ele cresceu bastante… eu tenho uma fita métrica da própria Luminus que eu marquei o progresso do meu cabelo e desde que ele tava raspado até agora ele cresceu 27cm – depois de 6 meses de uso de Luminus Hair.

Então eu pensei “Ah, vale a pena usar o Luminus… cresceu bastante! Se eu usar mais 6 meses dele e crescer mais 27 cm eu vou ter uns 54cm de cabelo até o final do ano… acho que compensa…”

Daí comprei.  E já to usando o primeiro frasco.

Mas agora eu preciso cuidar mais da minha alimentação e praticar mais esportes.

Pelo menos a gente pode começar tomando um banho né? HAUHAUAHUAHA XD

E fazendo um ritual gostoso de beleza… Vamos lá comigo?

Beijão, Mah.

 

Como conheci o Panóptico de Jeremy Bentham de Foucault sem ser lendo Foucault.

Esses dias ao desenvolver uma pesquisa eu comecei a ler vários livros e para tal fui até uma livraria com algumas ideias na cabeça sobre temas que eu deveria pesquisar e decidi que deveria buscar autores que falassem sobre coisas que me interessassem … pois bem, adquiri um exemplar de Modernidade Líquida – Bauman e me deparei com o seguinte parágrafo:

“Michel Foucault utilizou o projeto do Panóptico de Jeremy Bentham como arquimetáfora do poder moderno. No Panóptico, os internos estavam presos ao lugar e impedidos de qualquer movimento, confinados entre muros grossos, densos e bem-guardados. e fixados a suas camas, celas ou bancadas. Eles não podiam se mover porque estavam sob vigilância; tinham que se ater aos lugares indicados sempre porque não sabiam, e nem tinham como saber, onde estavam no momento seus vigias, livres para mover-se à vontade. (…)”

E assim ele continua abordando sobre um jogo de dominação e poder muito interessante que predominava sobre o modelo ideal de prisão, que refletia sobre os dominantes e os subordinados.

Nossa achei maravilhoso.

E melhor ainda essa parte:

“O Panóptico apresenta também outras desvantagens. É uma estratégia cara: a conquista do espaço e sua manutenção, assim como a manutenção dos internos no espaço vigiado, abarcava ampla gama de tarefas administrativas custosas e complicadas. Havia os edifícios a erigir e manter em bom estado, os vigias profissionais a contratar e remunerar, a sobrevivência e capacidade de trabalho dos internos a ser preservada e cultivada. Finalmente, administrar significa, ainda que a contragosto, responsabilizar-se pelo bem-estar geral do lugar, mesmo que em nome de um interesse pessoal consciente – e a responsabilidade, outra vez significa estar preso ao lugar. Ela requer presença, e engajamento, pelo menos como uma confrontação e um cabo de guerra permanentes.”

modernidadeliquida

Como meu amigo Andre Coelho fala… “Esses livros só deveriam ser recomendados para maiores de 80 anos.” hahahahahahahahha XD